O Andarilho voltou a visitar Alcongosta e no regresso da nossa terra levou estes retratos de recantos que por cá se podem desfrutar.
O tempo passa e os temas "Tasca da Estação" e "Auto-Route de Burgos" estão a completar 20 anos. Para assinalar a data o nosso Bob Dylan local e os seus compinchas dão um concerto esta sexta, dia 16, na Moagem, às 22H.Em palco, Jerónimo e os Cro-Magnon não vão deixar de tocar as duas famosas canções, repletas de referências a pessoas, locais e situações que nos são familiares, tal como outras, como deve ser o caso de "Apanhar o Grelo", faixa também bem conhecida.
Alguém vai faltar a isto? É só aparecer na Moagem e entrar na onda.
Ora, este é um caso bem mais complexo e o Quinito fez chegar essa informação ao JF, que esta semana publica uma notícia onde são apanhadas pela rama as circunstância em que vive o homem por nós conhecido por Zezé Roto.
Não fossem os labirintos da mente tão insondáveis, até me permitiria entrar em considerações. Acontece que, neste quadro, nada é linear. E também não me atrevo a aventar uma solução, daquelas gizadas a régua e esquadro, para um caso destes. Em todo o caso, esta doença tem nome e tem tratamento, haja quem se interesse.
Ao contrário do que é referido no texto, o senhor em causa não deambula pelas ruas há uma década, mas pelo menos há uns 30 anos. Por opção, vive como um eremita. Verdade seja dita, acredito que ninguém tenha nada a apontar-lhe já que, ao contrário de outra figura pitoresca da nossa terra, nunca foi mal educado com ninguém. Por outro lado, as condições de insalubridade e o depósito que acumula todos os dias tornam a casa onde mora um barril de pólvora, que legitimamente apoquenta quem mora ao redor.
A notícia sobre o Zezé surpreendeu o JF e certamente acontecerá o mesmo com os leitores. Mas ninguém em Alcongosta poderá genuinamente abrir a boca de espanto.
Já foi há quatro dias. Esperemos ir a tempo de ajudar.
Ola pessoal a minha gata desapereceu ontem a noite.Ela ja tem 11 anos e nao esta habituada a andar na rua. E branca de olhos azuis e tem uma coleira cor de rosa com um guizo.
Gostaria muito de fazer um apelo a quem a encontar ou que a possa ver ai nas ruas de alcongosta que me avise ou aos meus pais.Mando uma fografia dela para a reconhecerem.Desde ja muito obrigado pela ajuda.
Ana Cristina Patricio
Juntas de Freguesia do Fundão recebem o mesmo no próximo ano, não vão é poder beneficiar da majoração prevista para investimento.
Notícia RCB
Quando as doze badaladas se fizerem ouvir esta noite em frente à Câmara do Fundão, tem início mais uma arruada que celebra o fim de 60 anos de domínio filipino em Portugal, ao som do Hino da Restauração.O ponto de encontro é na Praça do Município, minutos antes da meia-noite. À hora certa, acende-se a iluminação de Natal e tem início esta peculiar iniciativa fundanense, cuja tradição, por estas bandas, nunca se perdeu e, ao longo dos anos, foi servindo não apenas como celebração desse momento histórico ocorrido em 1640 mas também como uma forma de contestação da situação política vivida em cada momento.
A noite está fria, como já é habitual. Quando a filarmónica começar a tocar, para durante uma hora percorrer as ruas do Fundão, é esta a letra com que a vamos acompanhar:
Portugueses, celebremos
O dia da Redenção.
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.
A Fé dos Campos d’Ourique,
Coragem deu, e Valor,
aos Famosos de Quarenta,
que lutaram com Ardor.
P’rá frente! P’rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal.
Vá avante, Mocidade de Portugal!
O dia da Redenção.
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.
A Fé dos Campos d’Ourique,
Coragem deu, e Valor,
aos Famosos de Quarenta,
que lutaram com Ardor.
P’rá frente! P’rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal.
Vá avante, Mocidade de Portugal!
Ontem, Alcongosta ficou novamente coberta de neve, que hoje ainda pinta algumas zonas da nossa aldeia. Começou a nevar por volta das 8H da manhã e até à noite os flocos não pararam de cair, tornando a nossa localidade num manto branco, como aconteceu repetidas vezes nos dois últimos Invernos.O autocarro do meio da manhã ainda subiu, mas já não desceu ao Fundão. Também os carros não equipados com correntes passaram a ter dificuldades em vir até Alcongosta. Com a chuva que caiu de noite a circulação, embora tenha de se fazer com cuidado, está normalizada.

Também a Serra da Gardunha ficou com a paisagem modificada, por estes dias a apresentar-se com um tom diferente.
Aprovação de uma emenda de última hora, com o voto do PS e a abstenção do PSD, abre a possibilidade de empresas públicas negociarem excepção com o governo.
Como acontecia na quinta do George Orwell, todos os porcos são iguais, mas uns são mais iguais que outros.
Se outros motivos não existissem para a Greve Geral que hoje decorre, este seria um prato cheio servido de injustiça e justificável indignação. Todos os sectores da sociedade são afectados com os cortes nos diversos domínios. A quem tem salários mais elevados na função pública seria também pedido um esforço suplementar, mas afinal há filhos e enteados...
O regabofe dos sucessivos governos, que conduziu o país a este cenário, merecia este voto de protesto. Infelizmente é evidente que a Greve Geral de hoje não passa disso, a exibição de um cartão vermelho, sem qualquer consequência prática. Até porque, demagogias à parte, a situação a que a canalha política nos conduziu exige a aplicação de algumas das medidas tão contestadas. Embora todos saibamos que são sempre os mesmos a pagar a factura.
Tenho especial apreço por quem, com baixos salários, se atreve a abdicar de um dia do vencimento, ainda que se saiba que a greve é mais um prego no caixão da debilitada situação em que nos encontramos.
Constato que quem mais adere à greve é quem menos motivos tem para paralisações, como é o caso dos médicos, que se queixam de barriga cheia, numa pose insultuosa para quem efectivamente está em dificuldades.
Por último, lamento que muitas pessoas com fundadas justificações para este grito de revolta sejam quem mais constrangimentos sente para aderir a greves e, mesmo com salários em atraso, aumentos de IVA, redução de deduções fiscais e afins, que vão reduzir ainda mais o seu poder de compra, seja justamente quem não se possa manifestar.
Com o Outono chega o tempo das castanhas e Alcongosta assiste à romaria de forasteiros à Serra da Gardunha à procura da semente criada no interior dos ouriços. A Casa do Guarda é um desses locais, que sobretudo ao fim-de-semana se enche de gente a admirar a palete de cores em que se transforma a avenida. Munidos de um saco de plástico e de uma vara, os visitantes lá vão mexendo as folhas, à procura de ouriços ainda com conteúdo, nem sempre com grande sorte.
É já amanhã, sexta, que o Pedro Fiúza volta a subir ao palco do Teatro Clube de Alpedrinha com a peça "Músculos". Com texto, encenação e produção sua, o espectáculo tem início às 22H. Os ingressos são a 4 euros."Músculos" integra o VI Festival de Teatro Amador do Teatro Clube de Alpedrinha, que está a decorrer desde o dia 5 até 14 de Novembro.
"Músculos é um espectáculo sobre a vida em ruptura e sobre o limite. Uma mulher que parece estar talhada para o fracasso absoluto. Uma mulher com uma incapacidade de resolução que faz um percurso pelos pontos mais marcantes de tudo o que viveu. É um espectáculo que assenta, acima de tudo, no trabalho do actor e na forma como conta uma história, sobre como tornar essa história universal. Porque as rupturas e os limites são coisas que pertencem a todos. E num mundo que diz que caminha para a perfeição de todos os sistemas... como será possível que a violência e a pornografia da vida se tornem cada vez mais banais. Qual o papel do teatro? Que questões se deverão colocar num palco?".
Na noite de sábado para domingo regressamos ao horário de Inverno. Assim, quando forem 2h, devemos atrasar os relógios para a 1h. Ou seja, ganhamos uma horita de sono.
Algumas curiosidades relativas à mudança da hora ver no Diário Económico.
Algumas curiosidades relativas à mudança da hora ver no Diário Económico.
Já faz parte do nosso calendário e é dos melhores cartazes que temos para oferecer: a paisagem colorida da Gardunha no Outono, rodeados de castanheiros. E são muitos os que ao longo dos anos têm vindo a Alcongosta testemunhar isso mesmo, na Rota dos Castanheiros, que este ano está marcada para 7 de Novembro. Uma caminhada ímpar, que culmina na Casa do Guarda com o almoço e o habitual magusto. Participem. As inscrições estão abertas até 5 de Novembro junto da Gardunha Viva ou da Junta de Freguesia de Alcongosta.
Já passou um ano sobre as eleições autárquicas. Um período razoável para começar a mostrar serviço, um espaço de tempo em que é possível já apresentar alguns resultados sobre o que quer que se pretenda fazer.Alcongosta decidiu votar numa equipa de continuidade, que se apresentou com algumas grandes ideias. Destaco, por exemplo, a construção do centro de noite, promessa que já transita do anterior mandato, e o loteamento a preços simbólicos com o objectivo de fixar a população jovem, que nas últimas décadas tem saído da freguesia para ir morar num andar no Fundão.
O presidente da Junta de Freguesia de Alcongosta comprometeu-se há um ano a dar um contributo para a resolução desse problema, durante este mandato. Dizia o Luís que estava em negociação o alargamento do PDM à zona do campo de futebol, para que parcelas de terreno pudessem ser disponibilizadas, a custos reduzidos, a quem quisesse construir a sua casa em Alcongosta. Uma ideia, porventura, com algum impacto. Uma esperança de que quem nos representa se preocupa efectivamente com a quantidade de população que se perde, e com ela vitalidade, serviços...
Tendo em conta o hermetismo da nossa autarquia, não muito dada à divulgação do que por lá se passa através dos canais oficiais (atente-se ao vazio do site sobre qualquer matéria relacionada com a gestão e vida autárquica da nossa freguesia), ponho este assunto à discussão.
Num ano, que diferenças já é possível notar na nossa freguesia? Que promessas acham que já estão a ser cumpridas? Para além dos compromissos eleitorais, que outros aspectos a junta de freguesia deve ter em consideração para a melhoria das nossas condições de vida?
Por volta de Março, quando as cerejeiras estão em flor, é este o aspecto dos nossos pomares. Um cenário bem familiar para quem, como é o caso dos alcongostenses, tem as cerejeiras nos genes.Nesta altura do ano os pomares apresentam um aspecto tão ou mais atractivo, com a explosão de cores que o Outono provoca. Quem tem fotos que documentem os nossos cerejais quando a folha começa a cair?
Ao contrário do que tinha sido prometido, o governo anunciou ontem o fim da scut na Auto-Estrada da Beira Interior. Até 15 de Abril a A23 passará a ter portagens, salvo seja, porque na prática nem emprego a cobrança irá criar na região, já que será tudo electrónico.Durante um período transitório de um ano os residentes e empresas poderão requerer a isenção de dez viagens por mês e um desconto de 15 por cento a partir da 11ª viagem. Para isso seremos obrigados a entrar no big brother dos chips, para instalar nos automóveis, que custam a módica quantia de 27 euros. Deste regime temporário só podem beneficiar os concelhos que estão a menos de 20Km da auto-estrada.
Embora paguemos impostos como os outros, não beneficiámos dos milhões enterrados na Carris e em outras empresas que operam na mesma lógica, mas na hora da solidariedade, o Interior é sempre esquecido e ostracizado.
É desta forma que se pretendem esbater as assimetrias regionais? Os desequilíbrios populacionais? É desta forma que se pretende tornar o investimento no Interior mais atractivo? É o chamado retrocesso. Agora, nem o IP2 temos, já que a A23 foi construído em cima dessa via. Onde estão as alternativas? Realmente, é tudo farinha do mesmo saco. Há determinadas classes da sociedade em que não se pode mesmo confiar.
Na hora de votar, provavelmente não me vou esquecer de quem faltou à palavra e, acima de tudo, quem tanto barulho fez com o princípio da universalidade, pressionando para que também a A23 fosse portajada. Como se as circunstâncias fossem as mesmas em todo o lado. Como se esta não fosse uma região deprimida.
O Ti Zé da Encarnação já tem um site para divulgar sem fronteiras o seu trabalho com o esparto. Chama-se Seira, nome de um dos objectos a que dá vida, feitos com a "palha" apanhada por alturas do Verão na Serra da Gardunha.O Luís Sérgio pede a colaboração de todos os que queiram dar o seu contributo para valorizar a página. Seja através de testemunhos, fotos ou qualquer outro elemento. Da nossa parte, faça o favor de utilizar à vontade tudo o que esteja publicado no Pedaços de Alcongosta sobre o Ti Zé da Encarnação.
Para entrar no site Seira clicar aqui.
SEIRA
Artesanato.História, arte e cultura. blogue de divulgação da arte de José da Encarnação.
Três miúdos introduziram-se ontem a meio da tarde na antiga cantina da escola de Alcongosta, onde actualmente funcionam os tempos livres, e destruíram equipamento e material, propriedade de todos nós. Esperemos que os prejuízos não sejam avultados e que este acto condenável não venha interferir com a normal entrada em funcionamento do serviço em Setembro.Actualização: A notícia tem passado na rádio e é possível ouvi-la na página da RCB. A Junta conta que as três crianças de Alcongosta entraram por uma janela lateral, depois de se terem apoiado num bidon, e não deixaram nem um móvel direito. Jogos, tintas e restante material foi destruído.
Ficou hoje confirmado que a escola de Alcongosta vai continuar em funcionamento. O governo tinha anunciado a intenção de encerrar as escolas com menos de 21 alunos, o que incluiu Alcongosta numa primeira lista. Hoje o Ministério da Educação divulgou a lista definitiva de escolas que no próximo ano lectivo já não vão abrir as portas. No Fundão a medida afecta apenas Atalaia do Campo.
Jerónimo, o Bob Dylan das Beiras, dá hoje um concerto na Esplanada Agosto, no Espaço Gardunha Viva, perto das piscinas descobertas do Fundão, às 22h00. A acompanhá-lo vão estar, pois claro, os inseparáveis Cro-Magnon.De certeza que temas como "Auto-Route de Burgos", "Zé da Estação" ou "Apanhar o Grelo" devem fazer parte do alinhamento.
Fez há dois dias 8 anos que a Serra da Gardunha ardeu. Numa altura em que o país está em chamas, é com justificada desconfiança que assisto às promessas de circunstância dos responsáveis políticos que se deslocam aos cenários ainda a fumegar para, em frente às câmeras da televisão, garantirem a rápida reflorestação e disporem-se a analisar quais os recursos disponíveis para minimizar os prejuízos.Onde é que já vimos este filme? Já passou tempo suficiente para se perceber que a postura tão diligente se transforma em inércia e desinteresse assim que o circo mediático se afasta.
Briato, Morra, São João, Estefano, Borrego, Fatela, Rato, Claro, Chebimba, Nhaco, Boa Tarde, Estaleca, Albertinas, Morra, Polaco, Abóbora, Hitler, Pancha, Torçolo, Icha, Malcata, Ramboia, Parra, Aparelhado, Escadas, Farinheira, Chouriça, Comboio, Furão, Poias, Bate-Chapas, Torrinho, Grancha, Pata-Larga, Corvo, Carvalha, Côca, Palhinhas, Pouca-Pressa, Levezinho, Galula, Carcassa, Porra-Grossa, Migas, Tenente, Charlot, Fevra, Vinagre, Ferra, Limpa, Patelinho, 39, Charro, Galrrana, Mil-Homens, Torneto, Meias, Catarral, Nhoto, Grão-do-Milho, Alentejano, Pincho, Massas, Carrã, Bíbaro, Sorna, Tarifa, Cacharuz, Bacalhau, Grilo, Conde, Gato, Mofo, Pinguelho, Calhau, Charneco, Côdeas, Maricho, Siminaca...Todos estes nomes são nossos conhecidos ou nos estão colados. São assim parte significativa da nossa identificação, ainda que não constem nos nossos bilhetes de identidade. Alcongosta é terra de muitas alcunhas. Mais que isso, é uma terra onde esses apelidos continuam a fazer parte do nosso quotidiano.
A grande maioria destas alcunhas atravessou gerações e fazem parte da história de muitas famílias. O origem de cada uma delas varia. Uns devem-se às características físicas (ou o seu oposto), outros a episódios vividos por algum antepassado, há os que foram atribuídos com um intuito pejorativo e também os que ficaram depois de a pessoa "baptizada" ter empregue alguma expressão engraçada. Há ainda os que derivam da pronúncia incorrecta do próprio nome.
Há quem ostente sem qualquer problema esse legado que atravessa gerações, há quem se sinta incomodado, há também aquelas alcunhas que acabam por ganhar variações nos mais recentes descendentes.
A juntar a esses apelidos que não constam na documentação oficial mas já passaram de pais para filhos, e numa clara demonstração que esse costume continua enraizado, vão também surgindo novos. Temos na nossa terra o Barnau, o Conguito, o Peixinho, o Mineiro, o Careca, o Moca ou Banana, o Viagra, o Fadeiro....
Aposto que se reconhecem em um ou mais das alcunhas acima mencionadas. De quais me estou a esquecer?

Sexta-feira, 23, no Parque das Tìlias, o Cine Clube Gardunha exibe o filme "Footloose", às 22h. A entrada é gratuita. Desde o início do mês que o CCG tem percorrido alguns espaços do Fundão com clássicos do cinema ligados à dança. "FootLoose" é mais um, com Kevin Bacon no elenco.
Para a semana, 30, na Praça Velha, às 22h, é a vez de "Dirty Dancing", com Patrik Swayze. Antes já foram projectados outras películas incontornáveis do género: "Grease", "Saturday Night Fever" e "Flashdance". Independentemente de se gostar ou não deste tipo de cinema, parabéns ao Cine Clube. É sempre bom diversificar a oferta e o verão é bom para levar a montanha a Maomé.
Os Caminheiros da Gardunha organizam, no próximo dia 23 de Junho (4ª. Feira), o tradicional arraial popular na Noite de S. João.
A Noite de S. João, no Largo dos Caminheiros da Gardunha, que já faz parte da noite dos fundanenses terá, como habitualmente, para o convívio e a confraternização, a sardinha assada, a febra, a entremeada, o caldo verde, a broa, a salada de tomate, os pimentos assados e o bom vinho do Fundão e muita animação com o grupo musical Duo Musical DRT, o Grupo de Cantares da Senhora do Mosteiro (Freixial – Telhado) e insufláveis para as crianças
Sou um seguidor do seu blog e alem disso tenho casa em Alcongosta desde a 2 anos atras mas a residencia fixa é Sesimbra.
Este ano, novamente passei uns dias pela Festa da Cereja.
Nao terminou bem para mim , pois perdi o meu cao no ultimo dia da festa.
È um epagnol breton ja velhinho, muito docil e fragil , esta cego de um olho (nota-se bem, pois o olho esta todo branco) e com problemas de audição; mas é um animal de estimação.
Eu sei que é um pouco de abuso da minha parte , mas vinha pedir o favor de anunciar no seu blog , pois é uma maneira dos Alcongostenses me ajudar.
Junto vou enviar uma foto , nao encontro outra agora, mas pode ajudar a identificar o Tommy.
Qualquer informaçao poderao contactar-me : 96 953 40 80
Ou se desejarem informem a familia do To Patricio, ou a Junta de Freguesia
Muito Obrigado e Bem Haja
Jose Magalhães
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