Ontem de manhã um grave acidente de viação provocou a morte a dois jovens do Fundão, de 26 e 27 anos, um deles filho e neto de alcongostenses.Notícia do Jornal do Fundão
Notícia do Correio da Manhã
É caso para dizer que se tivesse ficado calado, fazia uma figura menos triste.Jorge Seguro e Hortense Martins, do PS, e Carlos São Martinho, do PSD, deputados eleitos pelo círculo de Castelo Branco e naturais de cá, romperam a disciplina partidária e abstiveram-se na votação das propostas do PCP e BE que pediam a isenção de portagens na A23.
Costa Neves, quem? Sim, aquele açoriano que, sem lugar melhor para o porem, meteram na lista do PSD do distrito, com a finalidade de ser eleito para representar os interesses das gentes de cá, votou contra, ao lado das bancadas rosa e laranja que chumbaram a resolução.
O senhor Costa Neves, eleito pelas pessoas do distrito, veio explicar que a sua prioridade é ser lambe botas do partido, que a sua superior missão é ser submisso ao partido e só nas horas vagas se lembra que afinal deve o seu tacho às pessoas do círculo de Castelo Branco que nele depositaram o seu voto. É lamentável, mas é a realidade, como podem ouvir aqui.
Temos pena, embora não seja propriamente uma surpresa.
É já a 27 de Março que a Associação de Montanhismo Gardunha Viva organiza a anual Travessia da Gardunha durante a qual, se a chuva parar, como se prevê, e a temperatura ajudar, já deve ser possível contemplar o nosso familar cenário das cerejeiras em flor.A concentração é às 8H30, em frente à Câmara Municipal do Fundão, e às 9H tem início o percurso, em direcção a Castelo Novo. A inscrição, que inclui o reforço alimentar, o almoço e a camisola alusiva ao passeio, é dez euros , gratuita para menores de 14 anos e pode ser feita através dos números Tel/Fax: 275 772 082 e Telem: 961 720 904 - 961 720 905 - 967 994 352.
Mais informações aqui.
Continua na Moagem o Ciclo de Cinema "Março, Géneros e Mitos", organizado pela Associação Beira Serra. Para além de filmes escolhidos criteriosamente, pelos quais ninguém dará o tempo mal empregue, antes de cada sessão há ainda tempo para debater temas relacionados com a película. A projecção é às 21h30. O próximo filme, sábado, é o multipremiado Persepolis.Para este vídeo em particular chegou a ser realizado uma audição em Alpedrinha, há cerca de um ano, que contou com a participação de gente de Alcongosta. Pelos vistos, o protagonista escolhido não é da região.
O vídeo, de acordo com informações dadas na altura, seria gravado na África do Sul. Argumento à parte, o vídeo carece de alguma verosimilhança para quem sabe o que é andar na apanha da cereja se imaginar num pomar real do nosso país.
A cerca não se parece com nada do que conhecemos, não se vêem cestas em lado nenhum, nem escadas, e sabemos que nem há 20 anos, quando a cereja ainda era expedida em caixas, ia com aquela apresentação, com folhas e tudo à mistura.
Mas nesses pormenores só repara quem é da Terra da Cereja ou sabe o que é apanhar este fruto. Aqui, o objectivo é chamar a atenção para um produto de uma marca. Ainda bem que a Compal se lembrou deste novo sabor. Resta saber de onde vem a cereja, provavelmente de destinos bem longínquos, talvez já num concentrado ou numa pasta congelada. Se os nossos produtores puderem beneficiar desta novidade da Compal, tanto melhor.
Podem aceder aqui à Cooperativa do Fundinho.
As crianças da escola de Alcongosta estão este ano envolvidas no projecto da Estação Teatral da Beira Interior, "Uma História Para Continuar", que alia a representação à música e culminará com uma peça desenvolvida em parceria com as crianças, a partir dos contributos que cada uma dará para a valorizar.Depois da apresentação preliminar do trabalho, que será enriquecido com a participação dos mais novos, professores e família, o resultado final é apresentado publicamente a 23 de Maio, na Moagem.
-Sim, Fundão, a Terra da Cereja, claro que conheço, adoro cerejas, replicou a apresentadora.
Este irrelevante mas ilustrativo episódio fez-me pensar num aparente complexo de inferioridade em relação às cidades vizinhas. Este hábito de nos menorizarmos e, no caso em concreto, dar de barato que a Covilhã seria um ponto de referência mais indicado que o Fundão.
Nem sempre temos motivos de que nos orgulhar ou galões para puxar, mas podemos fazer um esforço nesse sentido. Afinal, embora as circunstâncias e as oportunidades, ou a ausência delas, nos façam sentir o contrário, o Fundão não é um lugar assim tão remoto.
Xico Zé, figura de relevante intervenção cívica, faleceu hoje e deixou o concelho mais pobre. Ao longo da vida foi muita coisa, nomeadamente desportista, sindicalista, mas sobretudo alguém solidário e disponível para dar o seu contributo a acções com vista a valorizar a sociedade. Foi um homem que deixou marca, empenhado em prol do bem comum e na partilha de conhecimento.
Em Alcongosta também deixou o seu carimbo, quando há quase uma década, já de idade avançada, aquela figura de barbas brancas compridas se ofereceu para ensinar os jovens da Terra da Cereja, através do Clube Académico de Alcongosta, a andar de patins e a jogar hóquei.
Graciosamente, cedeu material e o seu tempo para, com regularidade, durante um período, vir até ao salão contíguo ao Clube e ao ringue pôr os jovens de Alcongosta a andar sobre rodas.
Se todos fossem assim tão civicamente activos, em tantos domínios como o Xico Zé o foi, certamente viveríamos num mundo melhor. O funeral de Francisco José Tavares, de 83 anos, é amanhã às 17H, no Fundão.

Fomos ver as cerejas, a um sitio de nome Alcongosta, ali mesmo no sopé da serra da Gardunha e ainda com o pico da serra da Estrela mais ao lado, mas muito bem visivel.
Fazia um calor do caraças, mas como a ideia foi mesmo ir "in locco", ver como é, porque andamos lá dentro, debaixo das árvores, (chamado pelos residentes, "o chão das cerejeiras") , não tinha visto cerejeiras tão frondosas e debaixo delas mal se via o sol, tal como felizmente consegui registar e na imagem acima, o sol ao entrar naquele espaço densamente protegido pela rama extensa das cerejeiras, mostra um fenómeno espectacular; eu já fiz milhares de bonecos com sol pela frente ou quáse, mas nunca tinha visto a não ser os seus raios amarelos, brancos ou coisa do género.
Ao atravessar a folhagem, os seus raios filtram e apresentam-nos as cores entre o verde das folhas e o vermelho das cerejas. Devem gostar de ver e um dia façam o mesmo, lá no sitio é mesmo bonito e aquele ar puro, deixa a máquina oleada para mais uns dias a quem está próximo de poluições. "Cést la vie", como dizia o outro...Pena foi que, e esta imagem não sugerirá isso mesmo mas, este ano na Alcongosta, a chuva destruiu a maior parte da produção de cereja, fica mais a beleza da paisagem e para o ano talvez o São Pedro seja mais generoso e manda a chuva com menos efeitos colaterais, que é como quem diz, permita que a produçao ajude os Alcongostenses (?) a obter um melhor resultado na sua colheita, trabalhar só para aquecer é mesmo dificil e desanimador, mas aquela gente boa pelo que vi, não se deixa cair em desânimo assim tão fàcilmente.
E eu espero mesmo que para o ano sejam recompensados.Se não fosse tão longe, lugares assim, poderiam ser visitados com mais frequência, o que seria bom para todos, os visitantes e os visitados.
Ah, e ainda temos contra, a malfadada da crise que nós não convidamos, mas os inteligentes que nos (des) governam teimam em manter e tentam aumentar.
Será preciso só um milagre?
E por entre aquelas ruelas estreitas, as estradinhas com grande desnivel, o verde quase escura da natureza, esperam por todos que queiram passam uns bos momentos.
Façam-se á estrada.
PS:-Ao Zé Roxo e familia, que foram uns excelentes cicerones durante a nossa visita, obrigado e uma óptima saúde para todos. E que no próximo ano, o S. Pedro seja mais amigo com a chuva que estragou as vossas colheitas...
À semelhança do que aconteceu no resto do país, a abstenção no concelho do Fundão foi a grande vencedora das eleições presidenciais de ontem, conquistando uns expressivos 55,83 %. Palavras para quê?
A outra nota de registo vai para o resultado obtido pelo candidato José Manuel Coelho, o quarto mais votado no concelho, com mais de 6%, acima da votação nacional.
Assim de relance, dá para perceber o que os portugueses pensam da classe, a credibilidade que esta lhes merece, o desinteresse com que encararam este acto eleitoral e a forma como muitos pretenderam transmitir que consideram tudo isto um circo, votando em número considerável no que se enquadra melhor no cenário, o ilhéu que representou o papel de palhaço de serviço.
Quanto ao candidato mais votado pela minoria que resolveu ir às urnas, após cinco anos chegou à conclusão que é conveniente passar a exercer uma "magistratura activa". Vamos então esperar para ver em que é que isso se traduz....
Resultados no concelho do Fundão:
Cavaco Silva - 51,69%
Manuel Alegre - 22,69%
Fernando Nobre - 13,39%
José M Coelho - 6,02%
Francisco Lopes - 4,76%
Defensor Moura - 1,45%
A imagem é do Madeiro 2010, que aqueceu Alcongosta na noite de Natal. Como é possível ver, de maior dimensão que nos últimos anos. De tal forma que, apesar de ter passado toda a noite a arder, uma semana depois o monte de cepos era maior que o madeiro de grande parte das aldeias vizinhas.
Alguém tem mais imagens desta nossa tradição?
Na nossa terra, ao contrário das localidades vizinhas, só se costuma ir buscar o Madeiro no próprio dia. Ou seja, habitualmente, em Alcongosta, só se vão buscar os cepos para o centro da Praça na tarde do dia 24 de Dezembro. Este ano fugiu à regra e há uma semana que as raízes de árvore estão no centro de Alcongosta à espera que a fogueira gigante seja acesa à meia-noite do dia de Natal.
O tempo passa e os temas "Tasca da Estação" e "Auto-Route de Burgos" estão a completar 20 anos. Para assinalar a data o nosso Bob Dylan local e os seus compinchas dão um concerto esta sexta, dia 16, na Moagem, às 22H.Em palco, Jerónimo e os Cro-Magnon não vão deixar de tocar as duas famosas canções, repletas de referências a pessoas, locais e situações que nos são familiares, tal como outras, como deve ser o caso de "Apanhar o Grelo", faixa também bem conhecida.
Alguém vai faltar a isto? É só aparecer na Moagem e entrar na onda.
Ora, este é um caso bem mais complexo e o Quinito fez chegar essa informação ao JF, que esta semana publica uma notícia onde são apanhadas pela rama as circunstância em que vive o homem por nós conhecido por Zezé Roto.
Não fossem os labirintos da mente tão insondáveis, até me permitiria entrar em considerações. Acontece que, neste quadro, nada é linear. E também não me atrevo a aventar uma solução, daquelas gizadas a régua e esquadro, para um caso destes. Em todo o caso, esta doença tem nome e tem tratamento, haja quem se interesse.
Ao contrário do que é referido no texto, o senhor em causa não deambula pelas ruas há uma década, mas pelo menos há uns 30 anos. Por opção, vive como um eremita. Verdade seja dita, acredito que ninguém tenha nada a apontar-lhe já que, ao contrário de outra figura pitoresca da nossa terra, nunca foi mal educado com ninguém. Por outro lado, as condições de insalubridade e o depósito que acumula todos os dias tornam a casa onde mora um barril de pólvora, que legitimamente apoquenta quem mora ao redor.
A notícia sobre o Zezé surpreendeu o JF e certamente acontecerá o mesmo com os leitores. Mas ninguém em Alcongosta poderá genuinamente abrir a boca de espanto.
Ola pessoal a minha gata desapereceu ontem a noite.Ela ja tem 11 anos e nao esta habituada a andar na rua. E branca de olhos azuis e tem uma coleira cor de rosa com um guizo.
Gostaria muito de fazer um apelo a quem a encontar ou que a possa ver ai nas ruas de alcongosta que me avise ou aos meus pais.Mando uma fografia dela para a reconhecerem.Desde ja muito obrigado pela ajuda.
Ana Cristina Patricio
Quando as doze badaladas se fizerem ouvir esta noite em frente à Câmara do Fundão, tem início mais uma arruada que celebra o fim de 60 anos de domínio filipino em Portugal, ao som do Hino da Restauração.O ponto de encontro é na Praça do Município, minutos antes da meia-noite. À hora certa, acende-se a iluminação de Natal e tem início esta peculiar iniciativa fundanense, cuja tradição, por estas bandas, nunca se perdeu e, ao longo dos anos, foi servindo não apenas como celebração desse momento histórico ocorrido em 1640 mas também como uma forma de contestação da situação política vivida em cada momento.
A noite está fria, como já é habitual. Quando a filarmónica começar a tocar, para durante uma hora percorrer as ruas do Fundão, é esta a letra com que a vamos acompanhar:
O dia da Redenção.
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.
A Fé dos Campos d’Ourique,
Coragem deu, e Valor,
aos Famosos de Quarenta,
que lutaram com Ardor.
P’rá frente! P’rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal.
Vá avante, Mocidade de Portugal!
Ontem, Alcongosta ficou novamente coberta de neve, que hoje ainda pinta algumas zonas da nossa aldeia. Começou a nevar por volta das 8H da manhã e até à noite os flocos não pararam de cair, tornando a nossa localidade num manto branco, como aconteceu repetidas vezes nos dois últimos Invernos.O autocarro do meio da manhã ainda subiu, mas já não desceu ao Fundão. Também os carros não equipados com correntes passaram a ter dificuldades em vir até Alcongosta. Com a chuva que caiu de noite a circulação, embora tenha de se fazer com cuidado, está normalizada.

Como acontecia na quinta do George Orwell, todos os porcos são iguais, mas uns são mais iguais que outros.
Se outros motivos não existissem para a Greve Geral que hoje decorre, este seria um prato cheio servido de injustiça e justificável indignação. Todos os sectores da sociedade são afectados com os cortes nos diversos domínios. A quem tem salários mais elevados na função pública seria também pedido um esforço suplementar, mas afinal há filhos e enteados...
O regabofe dos sucessivos governos, que conduziu o país a este cenário, merecia este voto de protesto. Infelizmente é evidente que a Greve Geral de hoje não passa disso, a exibição de um cartão vermelho, sem qualquer consequência prática. Até porque, demagogias à parte, a situação a que a canalha política nos conduziu exige a aplicação de algumas das medidas tão contestadas. Embora todos saibamos que são sempre os mesmos a pagar a factura.
Tenho especial apreço por quem, com baixos salários, se atreve a abdicar de um dia do vencimento, ainda que se saiba que a greve é mais um prego no caixão da debilitada situação em que nos encontramos.
Constato que quem mais adere à greve é quem menos motivos tem para paralisações, como é o caso dos médicos, que se queixam de barriga cheia, numa pose insultuosa para quem efectivamente está em dificuldades.
Por último, lamento que muitas pessoas com fundadas justificações para este grito de revolta sejam quem mais constrangimentos sente para aderir a greves e, mesmo com salários em atraso, aumentos de IVA, redução de deduções fiscais e afins, que vão reduzir ainda mais o seu poder de compra, seja justamente quem não se possa manifestar.
Com o Outono chega o tempo das castanhas e Alcongosta assiste à romaria de forasteiros à Serra da Gardunha à procura da semente criada no interior dos ouriços. A Casa do Guarda é um desses locais, que sobretudo ao fim-de-semana se enche de gente a admirar a palete de cores em que se transforma a avenida. Munidos de um saco de plástico e de uma vara, os visitantes lá vão mexendo as folhas, à procura de ouriços ainda com conteúdo, nem sempre com grande sorte.
É já amanhã, sexta, que o Pedro Fiúza volta a subir ao palco do Teatro Clube de Alpedrinha com a peça "Músculos". Com texto, encenação e produção sua, o espectáculo tem início às 22H. Os ingressos são a 4 euros."Músculos" integra o VI Festival de Teatro Amador do Teatro Clube de Alpedrinha, que está a decorrer desde o dia 5 até 14 de Novembro.
"Músculos é um espectáculo sobre a vida em ruptura e sobre o limite. Uma mulher que parece estar talhada para o fracasso absoluto. Uma mulher com uma incapacidade de resolução que faz um percurso pelos pontos mais marcantes de tudo o que viveu. É um espectáculo que assenta, acima de tudo, no trabalho do actor e na forma como conta uma história, sobre como tornar essa história universal. Porque as rupturas e os limites são coisas que pertencem a todos. E num mundo que diz que caminha para a perfeição de todos os sistemas... como será possível que a violência e a pornografia da vida se tornem cada vez mais banais. Qual o papel do teatro? Que questões se deverão colocar num palco?".
Algumas curiosidades relativas à mudança da hora ver no Diário Económico.
Já faz parte do nosso calendário e é dos melhores cartazes que temos para oferecer: a paisagem colorida da Gardunha no Outono, rodeados de castanheiros. E são muitos os que ao longo dos anos têm vindo a Alcongosta testemunhar isso mesmo, na Rota dos Castanheiros, que este ano está marcada para 7 de Novembro. Uma caminhada ímpar, que culmina na Casa do Guarda com o almoço e o habitual magusto. Participem. As inscrições estão abertas até 5 de Novembro junto da Gardunha Viva ou da Junta de Freguesia de Alcongosta.
Já passou um ano sobre as eleições autárquicas. Um período razoável para começar a mostrar serviço, um espaço de tempo em que é possível já apresentar alguns resultados sobre o que quer que se pretenda fazer.Alcongosta decidiu votar numa equipa de continuidade, que se apresentou com algumas grandes ideias. Destaco, por exemplo, a construção do centro de noite, promessa que já transita do anterior mandato, e o loteamento a preços simbólicos com o objectivo de fixar a população jovem, que nas últimas décadas tem saído da freguesia para ir morar num andar no Fundão.
O presidente da Junta de Freguesia de Alcongosta comprometeu-se há um ano a dar um contributo para a resolução desse problema, durante este mandato. Dizia o Luís que estava em negociação o alargamento do PDM à zona do campo de futebol, para que parcelas de terreno pudessem ser disponibilizadas, a custos reduzidos, a quem quisesse construir a sua casa em Alcongosta. Uma ideia, porventura, com algum impacto. Uma esperança de que quem nos representa se preocupa efectivamente com a quantidade de população que se perde, e com ela vitalidade, serviços...
Tendo em conta o hermetismo da nossa autarquia, não muito dada à divulgação do que por lá se passa através dos canais oficiais (atente-se ao vazio do site sobre qualquer matéria relacionada com a gestão e vida autárquica da nossa freguesia), ponho este assunto à discussão.
Num ano, que diferenças já é possível notar na nossa freguesia? Que promessas acham que já estão a ser cumpridas? Para além dos compromissos eleitorais, que outros aspectos a junta de freguesia deve ter em consideração para a melhoria das nossas condições de vida?
Por volta de Março, quando as cerejeiras estão em flor, é este o aspecto dos nossos pomares. Um cenário bem familiar para quem, como é o caso dos alcongostenses, tem as cerejeiras nos genes.Nesta altura do ano os pomares apresentam um aspecto tão ou mais atractivo, com a explosão de cores que o Outono provoca. Quem tem fotos que documentem os nossos cerejais quando a folha começa a cair?
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