Uma empresa de Alcongosta com novos produtos, à procura de novos mercados. Que esta exposição se traduza em encomendas e na criação de postos de trabalho.
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A foto já foi postada há dias, em Cortejo de Oferendas de Alcongosta para o Hospital do Fundão. Pelo interesse que lhe atribuo, volta a ser publicada, agora com a legenda do João Luís Fortunato, um dos jovens na imagem, que a partilhou desta forma com os restantes alcongostenses.
Este cortejo, na época foi notícia numa das mais lidas revistas da altura: “A Flama” e havia outras fotos.
O cinturão de caça, que era a minha oferta ao hospital, foi “arrematado” em leilão por uma quantia muito superior ao seu real valor, pelo Governador Civil de Castelo Branco, e era constituído na sua maior parte, por vários tordos que o meu saudoso pai, caçou na azenha do “Ginja”, e alguns pardais que por informação do meu parente Luis Rolão (O pai dele era primo direito da minha mãe), terão sido apanhados no telhado da Capela do Espírito Santo em Alcongosta.
Na imagem estão:
1 - Aninha de São João
2 - João Luís Fortunato
3 - Judite Fiúza
4 - Alice "Nhaco"
5 - Celeste ? (Filha do Casimiro Moreira)
6 - César "Rodas" (Filho do Luís Marques)
7 - Eugénia
8 - Mãe do Neca Félix
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Quem está à frente do Teatro Clube de Alpedrinha tem dinamismo e isso reflecte-se nas actividades que vão desenvolvendo. Esta sexta e sábado, 8 e 9, realiza-se a segunda edição do Festival Aragens, que se divide entre auditório e o salão multiusos do Teatro Clube de Alpedrinha e o Palácio do Picadeiro.
O bilhete diário custa 10 euros e o geral 15. As reservas podem ser feitas através dos contactos
96 763 08 17/ 96 566 79 44 ou teatroclubedealpedrinha@ gmail.com.
96 763 08 17/ 96 566 79 44 ou teatroclubedealpedrinha@
Programa do Festival :
Dia 8 de Fevereiro 2013
22:00 – The Weatherman
00:00 – The Black Mamba
01:00- Warm up: DJ Xapas
02:00 – Dj Lollipopz
Dia 9 de Fevereiro 2013
22 :00 - Trêsporcento
23 :00 – :Papercutz
00 :30 – Os Capitães da Areia
02 :00 – iD & sH
O trompetista Laurent Filipe sobe hoje ao palco da Moagem, às 21h30, na companhia das vozes de Anabela e Paula Castelar.
“Olhos Castanhos”, “Lisboa à Noite”, “Adeus Tristeza”, “Un Homme et une Femme”, “Estate”, “Cry me a River” ou “Let’s Get Lost” são alguns dos temas que é possível ouvir.
Neste espectáculo, Canções e Duetos, Laurent Filipe apresenta-se com os músicos Bruno Santos (guitarra), Rodrigo Gonçalves (piano acústico), Massimo Cavalli (contrabaixo) e João Cunha (bateria).
Esta tarde o compositor orienta um atelier sobre jazz e apresentação, também na Moagem, para maiores de 10 anos.
“Olhos Castanhos”, “Lisboa à Noite”, “Adeus Tristeza”, “Un Homme et une Femme”, “Estate”, “Cry me a River” ou “Let’s Get Lost” são alguns dos temas que é possível ouvir.
Neste espectáculo, Canções e Duetos, Laurent Filipe apresenta-se com os músicos Bruno Santos (guitarra), Rodrigo Gonçalves (piano acústico), Massimo Cavalli (contrabaixo) e João Cunha (bateria).
Esta tarde o compositor orienta um atelier sobre jazz e apresentação, também na Moagem, para maiores de 10 anos.
Trailler de "O Cônsul de Bordéus". Sexta-feira na Moagem, às 21h30.
O filme "O Cônsul de Bordéus", com Vítor Norte no papel de Aristides de Sousa Mendes - que durante a II Grande Guerra Mundial, contra a imposição de Salazar, passou 30 mil vistos a refugiados, entre os quais dez mil judeus, o que lhes permitiu escaparem aos campos de concentração nazis - é exibido esta sexta-feira, 1, na Moagem.
A película, com a duração de 90 minutos, é projectada à tarde para as escolas e às 21h30 para o público em geral. O bilhete custa 4 euros. com descontos para estudantes, maiores de 65 ou portadores do Cartão Moagem.
Numa altura em que é notícia o encerramento das salas de cinema que restavam no distrito, na Covilhã e Castelo Branco, é de aproveitar quando esporadicamente temos sessões no Fundão. Neste caso um filme sobre aquele que é apelidado de "Schindler português".
"Com a invasão de França pelas tropas nazis, dezenas de milhares de refugiados começam a formar-se junto do consulado português em Bordéus, na esperança de aí obterem um visto para Portugal. Obrigado a respeitar a circular de Salazar que determinava a proibição expressa de concessão de vistos a quaisquer refugiados judeus, Sousa Mendes viveu, então, um terrível dilema: se concedesse vistos, arriscava a carreira diplomática e o sustento da sua família; se não o fizesse, todos aqueles milhares de pessoas teriam como destino os campos de concentração nazis".
(Clicar na imagem para ampliar)
Esta foto terá perto de 60 anos e foi enviada pelo João Luís Brito Fortunato. Retrata um cortejo de oferendas a favor do Hospital do Fundão, inaugurado na altura. Uma iniciativa, provavelmente, com o objectivo de ajudar a angariar fundos para a unidade de saúde. Sobre isso talvez o próprio João ou alguém conhecedor nos saiba adiantar pormenores.
O Hospital do Fundão que hoje conhecemos, embora as actuais instalações tenham sido objecto de obras de melhoramento recentemente, começou a funcionar a 16 de Outubro de 1955. Veio substituir o antigo Hospital da Misericórdia., cuja construção data de finais do século XIX.
Em 1975 o edifício foi ampliado, para
instalação de uma nova zona de internamentos e maternidade e adaptação
de quartos particulares para enfermarias. Em 1976 o Hospital do Fundão passou a integrar a rede oficial dos hospitais portugueses. Em 1983 passou a hospital distrital e em 1999, quando o novo Hospital da Covilhã ficou concluído, passou a fazer parte do Centro Hospitalar Cova da Beira, que integra as duas unidades.
Na imagem, juntamente com João Fortunato, estão outras pessoas de Alcongosta, que talvez alguém consiga identificar, talvez recorrendo a familiares mais velhos. Há palpites?
Amigos Alcongostenses:Com os agradecimentos por tudo o que têem feito e noticiado da vossa terra (Minha tambem por adopção / Terra dos meus Pais e Avós), junto envio foto de Grupo de Alcongosta, no qual me integrei, por ocasião de 1 Cortejo de Oferendas a favor do Hospital do Fundão, nos anos 50 do século passado. (Entre 1955 e 1957).Talvez seja possível identificarem alguém?Um abraço e não deixem de acabar o V/Trabalho. No que for possível cá estarei para ajudar.João Luis Brito FortunatoP.S.- Em breve enviarei a identificação que faço e espero seja correcta da foto anexa
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17:44,
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Este fim-de-semana as fortes rajadas de vento provocaram estragos um pouco por todo o país e Alcongosta não foi excepção. Aqui as pedras rebolaram para os caminhos e estradas, caíram árvores, houve ramos espalhados por todo o lado.
A situação foi motivada por condições meteorológicas atípicas, mas veio novamente alertar para um problema que não é novo, é do conhecimento geral, inclusive de quem compete solucioná-lo e que urge resolver, até porque diz respeito a uma zona sensível, com tráfego, num local sem grande visibilidade para quem desce em Alcongosta e mais vale prevenir que um dia lamentar algum acidente.
Sempre que chove um pouco mais, ou por vezes nem isso, na Curva das Azenhas pedras e pedregulhos vêm parar à estrada. Este sábado e domingo isso verificou-se, testando a tenção dos automobilistas, que mesmo com uma condução defensiva podem não se conseguir desviar.
Uma rede talvez resolvesse o problema,ou outra solução qualquer a estudar. Basta que se esteja atento e haja vontade. Esperemos que num próximo temporal pelo menos este problema esteja debelado.
Numa retrospectiva ao ano 2012 um acontecimento sobrepõe-se de tal maneira a todos os outros, por tudo aquilo que significa, que ofusca os demais. Assim, o Pedaços de Alcongosta escolhe o encerramento da Escola de Alcongosta, onde há cinco décadas se ensinava a ler e a escrever, como o que de mais marcante aconteceu no ano passado na nossa freguesia. Vamos esperar que as consequências desta decisão, associada a outras, não venham a prazo a ser tão nefastas para Alcongosta como vaticino.
Os Anafaia, conhecidos pela designação usada até agora, Comtradições, dão hoje a conhecer, ao vivo, o seu primeiro álbum, num concerto marcado para as 21h30, na Moagem.
O grupo que já tivemos oportunidade de ver actuar em Alcongosta avança com dois originais e os restantes dez temas resultam da recolha de música tradicional da região.
O grupo que já tivemos oportunidade de ver actuar em Alcongosta avança com dois originais e os restantes dez temas resultam da recolha de música tradicional da região.
Vamos lá então "encorrer os espanhóis" hoje? A concentração é uns minutos antes da meia-noite, na Praça do Município. Ao som das 12 badaladas acende-se a iluminação de Natal e a banda começa a entoar o Hino da Restauração pelas ruas do Fundão. Não se esqueçam do gorro, luvas e casaco capaz de desafiar o frio a que a noite de 1 de Dezembro já nos habituou.
Portugueses, celebremos
O dia da Redenção.
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.
A Fé dos Campos d’Ourique,
Coragem deu, e Valor,
aos Famosos de Quarenta,
que lutaram com Ardor.
P’rá frente! P’rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal.
Vá avante, Mocidade de Portugal!
Basta pôr o nariz fora de casa para se perceber que o ar é gélido e não seria surpresa se os flocos de neve começassem a pintar de branco as ruas. Lá em cima, na serra, é muito provável que isso aconteça. As previsões apontam para queda de neve acima dos 800 metros. Ora, tendo a nossa Gardunha 1227 metros de altitude, antevê-se um manto níveo por estas paragens.
Lembram-se? Este era, até há pouco mais de uma década, o aspecto do antigo espaço do mercado semanal do fundão, onde algumas bancas estavam em permanência. Segunda-feira a zona, tal como as principais ruas do Fundão, ganhavam um movimento que não se via nos restantes dias, durante os quais a área do mercado podia ser utilizada para estacionar.
Dava jeito (e olha quão últil seria agora, em que cada metro quadrado está parqueado), mas era um espaço, amplo, numa zona nobre da cidade, desaproveitado. Entretanto foi construído o pavilhão multiusos no local, que mudou o seu rosto.
Com a concretização, ao lado, do chamado Centro Cívico, resultado do arranjo urbanístico da antiga FACIF, a zona ficou irreconhecível. Durante alguns anos o mercado semanal passou a realizar-se na área de expansão da cidade, onde estão localizadas as piscinas cobertas. Há cerca de quatro anos regressou aos terrenos de onde tinha saído, embora sem o mesmo impacto económico junto dos feirantes e do comércio da cidade em geral.
Dava jeito (e olha quão últil seria agora, em que cada metro quadrado está parqueado), mas era um espaço, amplo, numa zona nobre da cidade, desaproveitado. Entretanto foi construído o pavilhão multiusos no local, que mudou o seu rosto.
Com a concretização, ao lado, do chamado Centro Cívico, resultado do arranjo urbanístico da antiga FACIF, a zona ficou irreconhecível. Durante alguns anos o mercado semanal passou a realizar-se na área de expansão da cidade, onde estão localizadas as piscinas cobertas. Há cerca de quatro anos regressou aos terrenos de onde tinha saído, embora sem o mesmo impacto económico junto dos feirantes e do comércio da cidade em geral.
A Rota dos Castanheiros, percurso pedestre que conduz os participantes através de um trajecto pintado com as múltiplas cores que o Outono proporciona, realiza-se no próximo domingo, 4. A concentração, em frente à Junta de Freguesia de Alcongosta, é às 8h30, com saída prevista às 9h15. O almoço, na Casa do Guarda, depois daquela que é, provavelmente, a caminhada que se faz em Alcongosta num cenário mais bonito, está marcado para as 13h. À tarde, no mesmo local, realiza-se o habitual magusto.
As inscrições na Gardunha Viva estão abertas até sexta e custam 5 euros.
Lembram-se destes? Eram os antigos autocarros da Rodoviária Nacional que também faziam as viagens para Alcongosta. Com a cisão da RN e a posterior privatização, em 1993, das empresas resultantes dessa fragmentação, surgiu a Rodoviária da Beira Interior (RBI), que ficou com os serviços da anterior operadora. Em meados da década de 90 os autocarros começaram a ser pintados de rosa e branco e outros a ser substituídos por aqueles que ainda hoje asseguram o trajecto em autocarro entre Alcongosta e o Fundão.
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05 outubro 2012 - Sexta às 9 - Informação - Actualidades - RTP
"Têm menos de 30 anos e já são especialistas do governo.
O “Sexta às 9” descobriu-lhes o rasto nas juventudes partidárias e até uma ligação familiar com um alto representante do eixo do poder.
Fogem de entrevistas como diabo da cruz.
Quem dá a cara, defende-se como pode". RTP
Já aqui tínhamos feito referência a estes especialistas acabados de sair da universidade e das jotas partidárias, onde se inclui um do Fundão, com base na informação veiculada através de um blog. O programa "Sexta às 9", da RTP, foi saber quem são estes assessores, e facilmente percebeu a rede clientelar de onde emanam.
O fundanense Jorge Garcez, vereador sem pelouros no município do Fundão e membro da JSD, é uma das figuras destacadas pela reportagem. Ficamos então a saber que, para além de jota da cor, é também genro de Nunes Liberato, o chefe da casa Civil do Presidente da República, cuja esposa é natural de Valverde. originário de Valverde. Está então explicado. Certamente que foi escolhido pelo mérito evidenciado.
Já agora, o blog Aventar debruça-se igualmente sobre o assunto.
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A Escola Primária de Alcongosta vai ser reconvertida num Centro de Interpretação da Cereja. Pelo menos, é essa a utilização que a Câmara do Fundão tem em vista para o espaço.
O edifício onde gerações de alcongostenses aprenderam as primeiras letras ao longo de mais de cinco décadas deixou de ter actividade em Junho, no final do último ano lectivo, e as salas estão agora desocupadas. A excepção (vamos ver até quando) é a sala do pré-escolar, o Jardim de Infância.
Rebobinando a fita do tempo, recorda-se que o Centro de Interpretação da Cereja é assunto repetido. Esse investimento há muito que estava prometido para Alcongosta. Mais precisamente para a Casa do Guarda e edifícios anexos, onde seriam feitas obras e reconvertidos. O tempo passou, as promessas desvaneceram-se no tempo, as circunstâncias alteraram-se e os tempos em que a austeridade ganhou protagonismo dificilmente permitirão que esses imóveis localizados na Serra da Gardunha venham a ganhar outra vida nos tempos mais próximos.
O ano lectivo começou, mas a Escola de Alcongosta continuou de portas fechadas, e assim vai permanecer. É mais uma das centenas de estabelecimentos de ensino que têm vindo a encerrar pelo país.
Certamente que as crianças precisam socializar, que não é pedagógico ter numa sala vários anos. Tal como é notório que, em parte, todos os alcongostenses que optaram por colocar os filhos noutras escolas vizinhas contribuíram para este desfecho. Os outros foram quem, ao longo dos anos, não encontrou soluções para estancar a saída da terra dos mais jovens, com medidas revigorantes, que imprimissem dinamismo e aumentassem os factores de atractividade.
A decisão está tomada e executada. Mas nem na hora em que crianças pequenas ficam desenraizadas, em que são mandadas o dia inteiro para longe de casa e da família, se lhes facilita a vida. Impôs-se, determinou-se que os alunos iriam para o Souto da Casa, que não há-de ficar em caminho para os pais e com quem a proximidade não é a maior. Sem opção de escolha. Ou vão para ali, ou para mais lado nenhum. É para ali que se garante o transporte. Se preferirem ir para outro sítio, nem que isso signifique ter a vida facilitada, azar! Desenrasquem-se!
Acontece que por uma questão prática (e evidente) houve quem preferisse o Fundão ou Donas. As crianças vão ficar dispersas (consequência do encerramento da Escola de Alcongosta) e o estado desresponsabiliza-se do seu transporte. Lamentável. A não ser que entretanto essa insensibilidade tenha sido corrigida.
Na hora em que o primeiro ciclo deixa de existir na nossa aldeia, fica a recordação da horta existente na escola no último ano lectivo.
O infortúnio bateu à porta de uma família de Alcongosta na manhã do último sábado, que viu um piso da sua residência destruído pelas chamas e os restantes bens danificados na sequência do combate ao incêndio que teve origem na chaminé.
Foi em casa da Salete Chebimba, no sítio do Chão da Cruz. Podia ter sido na de qualquer outra pessoa. Publicamente, garantiu-se solidariedade. Vamos ver se não são palavras vãs.
A RCB noticiou o incêndio:
Foi em casa da Salete Chebimba, no sítio do Chão da Cruz. Podia ter sido na de qualquer outra pessoa. Publicamente, garantiu-se solidariedade. Vamos ver se não são palavras vãs.
A RCB noticiou o incêndio:
FAMÍLIA DESALOJADA EM ALCONGOSTA DEVIDO A INCÊNDIOUm incêndio esta manhã em Alcongosta deixou uma família desalojada, um casal com dois filhos adultos, e um ferido ligeiro. O ferido foi um dos filhos que, para evitar uma catástrofe ainda maior, retirou uma botija de gás da habitação tendo sido assistido no Hospital Pêro da Covilhã com ferimentos ligeiros numa das mãos.
O incêndio, que começou na sala, destruiu o primeiro andar da habitação no Chão da Cruz, como explicou à RCB, Luís Martins, o presidente da junta de Alcongosta "eu estive a falar com a família e eles nem sabem muito bem o que aconteceu, estavam a preparar o lume para fazer uma grelhada e de repente a sala ficou em chamas, um dos filhos ainda retirou uma botija de gás da casa e foi para o hospital uma vez que a botija já devia estar quente, mas podia ter sido ainda mais dramático".
A junta de freguesia já disponibilizou uma habitação à família para se instalar provisoriamente até ver o seu problema resolvido "porque vai ser impossível viver ali viver com o primeiro andar destruido pelas chamas e o rés-do-chão com tudo molhado". Assim a junta disponibilizou à família a casa do artesanato "que tem cozinha e frigorífico, não temos camas mas temos uma população solidária que já se disponibilizou para ajudar, assim como a acção social da câmara do Fundão e vamos todos juntos resolver o mais depressa possível o problema para que esta família volte à normalidade".
O alerta de incêndio urbano em Alcongosta foi dado às 10.39 da manhã, o fogo foi dado como extinto ao meio dia e meia hora. No local estiveram 10 bombeiros da corporação do Fundão com o apoio de 4 viaturas.
Em Alcongosta há muito que nos habituámos a ver gente proveniente de vários pontos do país de visita à serra da Gardunha com o intuito de observarem, in loco, um dos locais onde alguns testemunham existir actividade extra-terrestre. Ao longo dos anos fomo-nos familiarizando com este e outro tipo de relatos relacionados com objectos voadores não identificados e outro tipo de actividades paranormais. A montanha que abriga a nossa terra é também pródiga em lendas e histórias que ajudaram a criar uma mística em torno da Gardunha.
Para explorar essa dimensão, a Associação Histérico promove este fim-de-semana, dias 8 e 9 de Setembro, o Gardunha Fest, concurso de curtas metragens que desafiou realizadores, aspirantes ou curiosos a apresentarem os seus registos alusivos ao fenómeno paranormal na Gardunha. O resultado pode ser visto sábado e domingo, na Moagem e na Casa do Guarda de Alcongosta.
Sábado, à mesma hora em que decorre a Festa de Alcongosta, há uma caminhada entre o centro da aldeia e a Casa do Guarda, às 21h, onde 40 minutos depois é exibido um documentário transmitido pela RTP2, e disponível na net, sobre OVNIS na nossa serra.
O programa completo pode ser visto aqui.
Programa8 setembro, SábadoLocal: A Moagem- Cidade do Engenho e das Artes (centro da cidade do Fundão)15h30 - Palestra sobre a temática do Paranormal e a envolvência da serra da Gardunha. Moderador: Nuno Francisco. Oradores: David Caetano; Paulo Loução; Pedro Salvado.16h40 - Pausa17h - Visionamento das curtas a concurso18h - Discurso Oficial18h15 - Entrega de prémios18h30 - Término na MoagemLocal: serra da Gardunha21h - Caminhada de ligação entre a aldeia de Alcongosta e a Casa do Guarda (alto da serra da Gardunha). Duração: 25min, 5km.21h30 - Concentração na Casa do Guarda (Alcongosta)21h40 - Visionamento de um Documentário da RTP22h - Observação de Estrelas23h - Fim. E regresso à aldeia de Alcongosta em veículos a cargo da Organização9 setembro, Domingoem A Moagem- Cidade do Engenho e das Artes (centro da cidade do Fundão)15h - Exibição da curta metragem 'Má Hora'15h45 - Animação musical com projeção de imagens e recolhas em filme, género documentário, do Projecto ‘Silhuetas da Gardunha’16h15 - Visionamento das curtas vencedoras17h - Término e Agradecimentos
Começa amanhã, sexta-feira, e prolonga-se até domingo mais uma edição do Vive Donas, um evento de que fazem parte o artesanato, música, e gastronomia, em barracas ao longo das ruas do centro da aldeia.um festival que concilia a música, a etnografia, o artesanato e a gastronomia na zona central da aldeia.Os grupos Capa Grilos, Pas de Probleme, Puro Akaso e Os Quintarolas são alguns dos responsáveis por animar a festa.
A habitual festa de Alcongosta, realizada sempre no segundo fim-de-semana de Setembro, esta ano esteve em risco. Com a particularidade de ser feita pelos naturais de Alcongosta que completam 40 anos, é assim que tem sido há longas décadas. Com mais ou menos gente, o empenho e a vontade têm sempre permitido cumprir a tradição, como já aconteceu, com a ajuda de terceiros, quando havia apenas dois festeiros.
A tendência é, aliás, salvo alguns anos atípicos, em que nasceu muito mais gente que o habitual, para se repetirem anos problemáticos, com pouca gente. Mas nunca isso foi motivo para a festa não se fazer. Para este ano muitos festeiros foram chamados ao palco. Muitos no estrangeiro, outros actualmente sem ligação a Alcongosta, outros a quem se perdeu o rasto. Ainda assim, alguns receberam o testemunho, mas na hora de agir, ninguém teve dinamismo, ninguém teve a iniciativa de se organizar para desempenhar o papel que se esperava da malta de 1972.
É inédito. A realização da festa esteve em risco e quem acabou por assumir a organização foi o grupo de 1966, que já tinha cumprido essa obrigação há seis anos. Graças a essas pessoas, a normalidade está assegurada e o cartaz já é conhecido. Nele não constam os habituais nomes mais ou menos sonantes da cena pimba nacional, mas também não é isso que mobiliza as pessoas e o programa é mais que suficiente, dadas as circunstâncias.
GRANDES FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA ANUNCIAÇÃO 2012- AlcongostaSábado 8:15:00H- Inicio das festas com aparelhagem Robalo16:00H - Actuação dos Bombos deAlcongosta
Arrematação de ofertas no Largo da praça
20:30H - Novena, seguida da procissão, acompanhada pela banda união de Santa Cruz
22:00H - Actuação do grupo musical "Osíris"
3:00H - DJ LV
Domingo 9:
8:00H- Alvorada pela Banda União de Santa Cruz
16:00H - Missa solene em honra de Nª Srª da Anunciação,seguida pela procissão, acompanhada pela Banda União de Santa Cruz
18:30H - Continuação das festas com aparelhagem Robalo
22:00H - Bombos de Alcongosta
22:30H - Actuação do grupo musical "Português Suave"
Segunda 10:
16:00H -Continuação das festas com a aparelhagem Robalo
22:30H- Actuação do Homem da terra da cereja "Luís Gonçalves"
0:00H- Nomeação dos mordomos para o ano 2013
O CALE - Festival de Rua do Fundão começa sexta-feira e prolonga-se até dia 12 de Agosto, com tasquinhas, animação cultural, animação musical, artes circenses, arte urbana e outros atractivos, na zona antiga da cidade.
As ruas da Cale, João Franco, 5 de Outubro e Jornal do Fundão são algumas das que acolhem a iniciativa, que engloba o SangriAgosto.
As ruas da Cale, João Franco, 5 de Outubro e Jornal do Fundão são algumas das que acolhem a iniciativa, que engloba o SangriAgosto.
A crise, definitivamente, não é para todos. Nem a austeridade. Não é que isso seja novidade, até porque temos exemplos diários que nos lembram isso mesmo. Enquanto o Governo pede sacrifícios ao Zé Povinho e corta até nos serviços essenciais, há funções que, mercê das extraordinárias competências requeridas e reconhecido mérito de quem as desempenha, justificam vencimentos obscenamente elevados.
A crer numa lista a circular pelo ciberespaço, aqui retirada do blog Lusofolia, parece ser esse o caso de Jorge Garcez, jovem vereador sem pelouros na Câmara do Fundão, desde a chegada ao governo de Passos Coelho também assessor no Ministério da Administração Interna. Segundo a "Lista dos Tachos", faz parte de um grupo de 29
assessores / adjuntos de ministérios, todos de idade inferior a 30 anos, havendo
14 "especialistas" com idades entre os 24 e os 25 anos a auferir ordenados principescos. Certamente que isso nada terá que ver com ligações às jotas nem com jobs for the boys.
Alegadamente, o jovem autarca fundanense recebe mensalmente mais de 5 mil euros. Numa altura em que o desemprego continua a disparar para valores inéditos, se prevê que a taxa de pessoas sem trabalho atinja os 16% no próximo ano a a troika recomenda uma redução salarial num país em que mais de meio milhão de trabalhadores (605 mil) ganham o salário mínimo, congratulemo-nos por haver quem tenha a oportunidade de ter um salário tão generoso.
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2)Cargo: Assessor
Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 5.069,33 ?
Segundo a RCB, que não explica por decisão de quem, a Escola Primária de Alcongosta vai fechar, devido ao reduzido número de alunos. No próximo ano lectivo, o estabelecimento de ensino da nossa terra não estará em funcionamento. O jardim-de-infância continua aberto mais um ano, mas sem prolongamento de horário, por a Junta de Freguesia dizer que não tem dinheiro para assegurar o serviço. Pelo que é possível entender, a Ocupação de Tempos Livres, a funcionar no edifício da cantina, deixa também de estar ao serviço da população.
ESCOLA DE ALCONGOSTA ENCERRACom apenas 5 crianças, a escola do primeiro ciclo de Alcongosta (Fundão) encerra no próximo ano lectivo. "É uma grande machadada para a aldeia", refere à RCB o presidente da junta.O presidente da junta lamenta a decisão de encerrar a escola onde foi feito um investimento que a colocou no patamar das melhores escolas do concelho “lamento e não compreendo como é que se faz um investimento como se fez em Alcongosta, sendo uma das escolas melhor apetrechadas do concelho, para agora se fechar”.
Luís Martins ainda propôs que a escola de Alcongosta fosse uma escola de acolhimento, mas nunca obteve resposta.
Perante o encerramento eminente o autarca espera que o edifício possa ser aproveitado por exemplo, como polo dinamizador da cereja “temos muitas instituições sabedoras da cereja e da fruticultura que podiam dinamizar o espaço, nós estamos disponíveis porque acho que era fundamental para Alcongosta agarrar de vez no motivo da cereja”.
Quanto ao jardim de infância, actualmente com 5 crianças ainda vai funcionar no próximo ano lectivo mas sem prolongamento de horário “não temos capacidade económica, o jardim de infância vai funcionar mas no horário lectivo”.
Com o encerramento da escola de primeiro ciclo de Alcongosta, a aldeia, diz o presidente da junta, vai ficar de luto.
Alcongosta faz parte do roteiro do geocaching, actividade lúdica que consiste na procura de objectos através de coordenadas geográficas, com recurso ao GPS. Na Festa da Cereja foi colocada uma cache para os entusiastas do passatempo, que pode ser procurada no resto do ano. Trata-se uma micro-cache, de dificuldade reduzida.
Cova da Beira: Chuva tardia estragou muitos frutosCereja tem uma quebra de 40 %
A campanha da colheita da cereja na Cova da Beira começou este ano com algumas semanas de atraso e, por isso, há menos quantidade, mas melhor qualidade, com frutos maiores e mais apelativos."O clima voltou a afectar a produção e levou a que a maturação do fruto fosse mais tardia e que a campanha começasse mais tarde", explica ao Correio da Manhã Filipe Costa, administrador da Cerfundão, que recebe cereja de 300 associados da região da Cova da Beira.Regista-se uma quebra de produção na ordem dos 40 por cento, já que o total não deverá ir além das 4500 toneladas, quando no ano passado atingiu as 7500 toneladas.As geadas fortes e a chuva tardia estragaram muita cereja, mas a que vingou é maior e com um "aspecto mais apelativo" para o consumidor, garantem os produtores.Os vários pomares de João Mendes, de 30 anos, com uma área de 40 hectares, deverão produzir, até final da campanha, 50 toneladas de cereja. Este valor representa uma redução de mais de 40 por cento em relação ao ano passado. Nos três meses de campanha, o jovem agricultor dá emprego a 30 trabalhadores, lamentando que este ano os lucros sejam irrisórios, "pois as receitas das vendas vão dar para cobrir as despesas e pouco mais".PASTEL DE CEREJA NASCE NO FUNDÃOCriado pelos chefs Pedro Rito e João Paulo Carvalho, da Escola de Hotelaria e Turismo do Fundão, o pastel de nata de cereja surgiu no ano passado na Festa da Cereja de Alcongosta, Fundão, e tornou-se um sucesso. Na altura, foram vendidos mais de três mil pastéis e, desde então, o doce está disponível em quase todas as pastelarias e cafés da região da Cova da Beira.
É difícil contabilizar os milhares de visitantes que ao longo dos quatro dias da Festa da Cereja passaram por Alcongosta. Percebe-se que foi muita gente, de todo o país, a ponto de encherem completamente as ruas em alguns períodos do dia e sobretudo durante as noites de sexta e sábado, como tem sido habitual nas edições anteriores. O frio e a ameaça de chuva na noite de sábado não desmobilizaram toda esta gente que se pode ver nas imagens captadas pelo grupo Ver e Olhar.
Publicada por Gardunha,
15:55,
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A vereadora a apreciar estas três ruidosas "vendedoras" de cerejas com caracóis.
A cestaria e a cereja, dois ícones de Alcongosta.
O Álvaro não veio provar o pastel de cereja, mas mandou o adjunto vir provar uma bebida com sabor ao fruto.
Outro emblema da Capital da Cereja, o esparteiro Ti Zé da Encarnação, a cumprimentar o secretário de estado.
Fotos via Câmara do Fundão
Publicada por Gardunha,
11:54,
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