Aqui está outra vez o programa, desta vez em tamanho maior, para quem teve dificuldade em visualizar o anterior.
Fundão estreia quiosques sobre rodas para vender cereja
A Câmara do Fundão vai estrear três quiosques sobre rodas para vender cerejas e produtos derivados, como pastelaria e bebidas, em Lisboa e na região do Oeste, na campanha de 2013 de promoção do fruto local.
Desde 2002 que o município realiza campanhas promocionais, com oferta de caixas de cereja em diversos eventos pelo país, depois de criada uma imagem própria com símbolos, cores e embalagens associadas à marca Cereja do Fundão.
A campanha deste ano, hoje apresentada, tem como principal novidade a estreia de três quiosques em forma de cereja, sobre rodas, que entre junho e julho vão passar por vários locais de Lisboa, Cascais, Sintra, Oeiras, Peniche (praia do Baleal) e Óbidos.
O percurso de cada um vai poder ser antecipado através do portal da Câmara do Fundão, anunciou o presidente, Paulo Fernandes, sendo que o objetivo é passar por iniciativas que prometem mobilizar multidões.
Em cada quiosque vão ser vendidas caixas de dois quilos de fruto, cones individuais de pastel de cereja e granizado.
Durante a campanha, haverá ainda outras iniciativas em lojas específicas, como a criação de um gelado com cereja do Fundão, para além de parcerias com estações de serviço em várias autoestradas.
Outras ofertas turísticas completam o programa, como o Comboio da Cereja, organizado aos sábados pela CP, e a Festa da Cereja, de 07 a 10 de junho, na aldeia de Alcongosta, junto ao Fundão.
De acordo com o autarca, a Cova da Beira poderá produzir este ano até 12 mil toneladas de cereja, um valor acima da média.
As ações promocionais a desenvolver pela Câmara do Fundão deverão escoar 80 toneladas e servem sobretudo para "procurar notoriedade".
O município, em parceria com o Governo, está a tentar acelerar as provas de habilitação da cereja para entrar no mercado japonês, destacou hoje Paulo Fernandes.
"Se em 2015 conseguirmos exportar cereja para o Japão será muito bom. Antes disso seria excelente", referiu.
A colocação do fruto no Japão "obedece a critérios extremamente exigentes", que no próximo ano deverão levar à visita de representantes nipónicos a pomares da Cova da Beira.
"Só depois disso podemos pensar em ter o carimbo de qualidade para exportarmos", sublinhou.
Paulo Fernandes refere que o Japão interessa como mercado, "não tanto pela quantidade" de cereja que possa comprar ao Fundão, mas sobretudo "pelo preço médio".
Cada produtor pode pensar em vender cereja a um valor médio "de cinco euros por quilo", o que, segundo o autarca, representa
Fonte: site RTP.
Este cortejo, na época foi notícia numa das mais lidas revistas da altura: “A Flama” e havia outras fotos.
O cinturão de caça, que era a minha oferta ao hospital, foi “arrematado” em leilão por uma quantia muito superior ao seu real valor, pelo Governador Civil de Castelo Branco, e era constituído na sua maior parte, por vários tordos que o meu saudoso pai, caçou na azenha do “Ginja”, e alguns pardais que por informação do meu parente Luis Rolão (O pai dele era primo direito da minha mãe), terão sido apanhados no telhado da Capela do Espírito Santo em Alcongosta.
"Com a invasão de França pelas tropas nazis, dezenas de milhares de refugiados começam a formar-se junto do consulado português em Bordéus, na esperança de aí obterem um visto para Portugal. Obrigado a respeitar a circular de Salazar que determinava a proibição expressa de concessão de vistos a quaisquer refugiados judeus, Sousa Mendes viveu, então, um terrível dilema: se concedesse vistos, arriscava a carreira diplomática e o sustento da sua família; se não o fizesse, todos aqueles milhares de pessoas teriam como destino os campos de concentração nazis".
Amigos Alcongostenses:Com os agradecimentos por tudo o que têem feito e noticiado da vossa terra (Minha tambem por adopção / Terra dos meus Pais e Avós), junto envio foto de Grupo de Alcongosta, no qual me integrei, por ocasião de 1 Cortejo de Oferendas a favor do Hospital do Fundão, nos anos 50 do século passado. (Entre 1955 e 1957).Talvez seja possível identificarem alguém?Um abraço e não deixem de acabar o V/Trabalho. No que for possível cá estarei para ajudar.João Luis Brito FortunatoP.S.- Em breve enviarei a identificação que faço e espero seja correcta da foto anexa