Pedaços de Alcongosta

Instantâneos da Terra da Cereja











Numa altura em que a mítica sala de espectáculos Cine-Teatro Gardunha pode ser visitada, até 28 de Fevereiro, no âmbito da instalação Draperies, é possível ver o estado em que se encontra, pela perspectiva e interessantes imagens de Pedro Silva.




ALDEIAS DE MONTANHA: FREGUESIAS ESCOLHIDAS
Alcongosta, Alpedrinha e Alcaide foram as freguesias do concelho do Fundão escolhidas para integrarem a candidatura, no âmbito do Prover, à Rede das Aldeias de Montanha.
O programa entendeu serem estas as localidades fundanenses que reúnem as melhores condições e que dão resposta aos requisitos desta iniciativa, que tem em Seia o polo principal numa rede recente
“Uma rede relativamente nova que está muito alavancada no município de Seia. Este é um produto muito interessante para as nossas serras da Estrela e da Gardunha, sua área de influência, que tem um potencial, do ponto de vista de produto turístico, para poder complementar outros produtos de aldeias que já tínhamos”, disse presidente da câmara municipal do Fundão na última reunião pública do executivo.
Este é um programa que, para o autarca fundanense, pode, para além dos produtos endógenos, potenciar outros produtos de programas que abrangem outras localidades
 “As Aldeias do Xisto e as Aldeias Históricas, com valores patrimoniais e com oferta turística obrigatória. O programa da Rede das Aldeias de Montanha via ser integrado no PROVER, BY Nature, que até à primeira quinzena de Março tem que entrar na CCDRC o seu plano de ação, no qual estamos a trabalhar no âmbito do consórcio formado”, explica o presidente da CMF.






A instalação "Draperies" é a oportunidade para voltar a visitar o devoluto Cine-Teatro Gardunha, local de memórias há cerca de 30 anos de portas fechadas e em processo ininterrupto de degradação. 
O espaço está aberto de sexta a domingo, entre as 14h e as 18h, e de terça a quinta, às 16h, mediante marcação.


03 fevereiro 2016

Compal de Cereja do Fundão





Compal lança campanha de novo néctar de cereja do Fundão


A Compal lança hoje uma edição limitada de néctar de Cereja do Fundão que resulta de uma parceria com esta Câmara Municipal e reforça a aposta da marca nos produtos portugueses. Ao Diário Económico, o director de marketing Portugal e Espanha da Sumol+Compal, João Nuno Pinto, revela que a partir de 22 de Fevereiro estará no terreno uma campanha publicitária para dar a conhecer mais esta inovação da marca liderada por Duarte Pinto. 

“Em termos de plano de comunicação, o lançamento será apoiado com uma campanha em televisão, presença em exterior e nos meios digitais”, sublinha João Nuno Pinto que acrescenta que “o conceito de campanha pretende valorizar o fruto e a região enquanto localização especial de cultivo e desenvolvimento da cereja”. Sobre o valor do investimento, a mesma fonte prefere não divulgar uma vez que “sendo a Sumol+Compal uma empresa cotada em bolsa, não podemos revelar esse dado”.

O director de marketing da Sumol+Compal salienta que para esta edição limitada a empresa está a trabalhar com a Cerfundão, uma organização de produtores especializada na produção e comercialização deste fruto, “à qual adquirimos uma parte da sua produção, na ordem das 100 toneladas”.

A previsão é que “a edição de Compal Cereja do Fundão seja escoada num prazo de quatro meses. Pelo facto de ser uma fruta com uma forte ligação ao País e pela escassez de matéria-prima inerente ao fruto será disponibilizada apenas no mercado nacional”.

“A aposta na inovação é constante e tem marcado os 62 anos de vida da marca” realça o director de marketing da Sumol+Compal. Por isso, sublinha que a “inovação é um factor muito importante para a Compal, que pesa, dependendo dos anos, entre 10 e 15% das vendas”. Questionado sobre qual a próxima aposta, o gestor apenas admitiu que a marca “procura lançar regularmente novos sabores, diferenciados pela origem/variedade das frutas, como foi o caso do Alperce e da Maçã das Beiras, ambos lançados em 2015”.

João Nuno Pinto lembra que, por ano, a Compal “compra cerca de 30 mil toneladas de fruta portuguesa, processando-a na totalidade na unidade industrial em Almeirim”. A maioria dos néctares de pêssego, maça, laranja, ameixa, entre outros é produzida com fruta nacional. De acordo com a mesma fonte, esta fruta “é comprada directamente aos nossos produtores ou a organizações de produtores com fruta de origem qualificada”.





CAMPOS DE ENSAIOS PARA A CEREJA E PÊSSEGO

Fundão e Covilhã estreitam laços de cooperação para a promoção da fileira da fruta. Os dois municípios, em parceria com a UBI, Escola Superior Agrária, Apizêzere e Cerfundão criaram um grupo operacional, no âmbito do PDR 2020, com esse objectivo. A candidatura prevê a criação de campos experimentais, da cereja e do pêssego. O primeiro ficará em Alcongosta, o segundo na Covilhã, em princípio na escola agrária da Lageosa.
Vítor Pereira, presidente da CMC salienta a importância desta união, que também já existe ao nível da produção com a integração da Cooperativa de Fruticultores da Cova da Beira na Cerfundão “aliás, a própria Cooperativa de Fruticultores da Cova da Beira vai ter essa vocação que é as frutas de grande calibre onde o pêssego vai pontificar, é nesse sentido que caminhamos. A Cova da Beira é uma zona privilegiada para a agricultura e em conjugação de esforços fazermos uma grande zona de produção de fruta, que já o é, mas em conjugação de esforços melhorar as condições e explorar outras vertentes”.
No caso do campo de ensaios da cereja, ficará sediado em Alcongosta, em terrenos pertencentes à junta de freguesia. Paulo Fernandes, presidente da câmara do Fundão, explica o objectivo destes campos “vão testar novas variedades, vão melhorar as variedades existentes, vão proteger as variedades autóctones, inserem-se também muito naquilo que vai ser a montante o apoio do centro de biotecnologia de plantas da Beira Interior que vai ter um trabalho importante na melhoria das nossas variedades, e com isso estão reunidas as condições para podermos avançar com essas candidaturas”.
Alcongosta, para além da cereja, terá também um campo de experimentação do medronho “está previsto também trabalharmos o medronho do ponto de vista da biotecnologia, e também uma cooperação com as aldeias do xisto, uma vez que o pinhal interior é uma das zonas mais importantes na produção do medronho, podermos criar uma marca que possa valorizar o produto no seu conjunto que é o medronho aldeias do xisto”.

Notícias RCB/ Paula Brito e Paulo Pinheiro


27 janeiro 2016

Perspectivas da Gardunha








(Fotos de Gonçalo Salvado)

26 janeiro 2016

Da minha Gardunha eu vejo





(Fotos de João Afonso)



Em Alcongosta, nestas eleições presidenciais, a abstenção foi quem teve maior expressão, à frente do sucessor de Cavaco em Belém, Marcelo.



23 dezembro 2015

Cepo de Natal