O parque de campismo de luxo em construção junto à Casa do Guarda de Alcongosta está quase concluído. Os domos geodésicos estão já montados há algumas semanas e a inauguração do empreendimento turístico está prevista para 21 de Março.
O Hospital Distrital do Fundão, construído em 1955, ampliado em 2010 e esvaziado paulatinamente de serviços e funções ao longo dos anos, pode estar a caminho da privatização. Num país em que tudo parece ser privatizável, dos serviços menos aos mais essenciais e estratégicos, não nos devíamos espantar. Mas essa capacidade ainda não está esgotada. A tal ponto que essa revelação até a Câmara do Fundão e a administração do Centro Hospitalar Cova da Beira deixou perplexos. Ao que parece, tudo foi feito nas suas costas.
Segundo as informações dos últimos dias, a Santa Casa da Misericórdia do Fundão assinou um acordo de princípio com o Ministério da Saúde com vista a vir a assumir a gestão do hospital. De acordo com o provedor, Jorge Gaspar, esse seria um passo para inverter o esvaziamento de que a unidade tem vindo a ser alvo, reforçando-a. O presidente do município, Paulo Fernandes, receia que a estrutura venha a ser transformada num hospital de rectaguarda, uma espécie de lar, resumida a cuidados continuados e já pediu uma reunião urgente ao Governo para perceber o que está em causa. Já o Centro Hospitalar Cova da Beira afirma ter sido surpreendido.
Até a intenção se concretizar - se é que se vai concretizar - ainda há um longo caminho a percorrer. Como tudo é muito vago e incerto, é natural que os utentes se questionem sobre as consequências, a prazo, de o hospital da cidade deixar de ser gerido pelo Sistema Nacional de Saúde. Se terá benefícios ou não para a cidade e para a população, só o tempo o poderá dizer. Agora, não é de prever que o utente saia beneficiado.
Para o estado entregar a unidade à Santa Casa, esta tem de garantir que baixa os custos em 25 por cento. Acho que até o mais crédulo há-de duvidar de como é que reduzindo os custos em um quarto, se pode melhorar o serviço. Aguardemos. Por outro lado, faz sentido existir um Centro Hospitalar com apenas um hospital? Como é que fica o papel do CHCB? Que implicações isso poderá ter em outras dimensões, como o ensino universitário, as transferências de verbas, a criação de novas valências? E as relações entre estas três entidades, depois de aparentemente a câmara e a administração do hospital se sentir apunhalada pelas costas. Como vão ficar? Esperemos por respostas.
A intenção é boa ou má? Como diria o cego, a ver vamos. Aguardemos pelas cenas dos próximos capítulos.
PS - A título de curiosidade, o Hospital do Fundão foi ampliado em 2010. O reestruturado edifício foi projectado pela Proengel e construído pela Constrope, ambas empresas de um dos reclusos mais famosos do momento, Carlos Santos Silva, alegado testa de ferro de José Sócrates nas presumíveis manobras de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais.
O Compal Néctar de Cereja do Fundão apresenta-se com cor densa de centro vermelho profundo, característica da polpa de cereja madura.Com este novo sabor pode desfrutar de um Compal com um “sabor genuíno de cerejas maduras numa combinação de acidez e doçura que nos transportam para as características únicas do Fundão”, explica o “Frutólogo” Oficial Compal, Jorge Rosa Santos.O novo Compal Néctar de Cereja do Fundão é feito com a verdadeira polpa das melhores cerejas maduras e um produto 100% português cujo paladar nos transporta de imediato para a pureza das serras da Cova da Beira e está em exclusivo no Mercado do Bairro no formato garrafa de vidro de 1L numa série numerada e limitada a 188 unidades.
Amanhã à noite, sábado, o Pavilhão Multiusos do Fundão recebe José Cid em concerto.
A foto remonta há uns dez anos e é relativa ao primeiro e único torneio de hóquei em patins realizado em Alcongosta, promovido pelo Clube Académico, numa altura em que a agremiação tinha uma secção da modalidade e uma escola, dinamizada por Xico Zé Tavares, frequentada por várias crianças da terra, que aí aprenderam a movimentar-se em cima de uns patins.
A imagem, perdida no arquivo, penso que foi enviada pelo João Carlos Rolão.
Da formação que vestia a camisola do nosso clube não fazia parte qualquer jogador de Alcongosta.
Perdida no arquivo do Pedaços de Alcongosta, enviada pelo Tó 39 e provavelmente por distração não publicada, estava esta pérola. Uma das imagens mais antigas partilhadas neste nosso Largo da Praça virtual.
É o retrato, tirado provavelmente há cerca de 50 anos, de sete mulheres de Alcongosta, com roupa domingueira ou festiva. Deve tratar-se de uma ocasião especial que justificou este registo, numa altura em que tirar uma fotografia era coisa rara.
A primeira parece a Maria Rita, a terceira a Maria Polaca (já falecida), e a quarta a Graça Galula. Será que são? Alguém consegue identificar as restantes senhoras ou adiantar algum elemento que permita contextualizar a foto e identificar quem ficou cristalizado neste momento para a posteridade? Agradecem-se contributos.
Uma achega. Não era habitual, à época, um particular ter equipamento fotográfico. Ao que consta, um elemento da família Caldas costumava fazer-se acompanhar de uma máquina fotográfica e por vezes captava imagens de pessoas da terra. Por isso, é uma possibilidade ter sido ele o autor da imagem, mas isso só as próprias ou algum familiar poderão confirmar.
Publicada por Gardunha,
11:58,
Categories:
Costumes e tradições
,
Gente da nossa terra
,
Memórias de Alcongosta
comentários (0)
Hiperligações para esta mensagem
Por esta altura, a Serra da Gardunha permite desfrutar de uma paleta de cores a quem a queira percorrer. Uma das formas de o fazer é no próximo domingo, durante a Rota dos Castanheiros, marcada para o próximo domingo, 7, em Alcongosta. A inscrição pode ser feita até amanhã, sexta-feira, pelos números 275 772 082, 961 720 904 ou pelo email geral@gardunhaviva.com. O custo é 7 euros, com almoço, magusto e cara enfarruscada incluídos.
PROGRAMA:
8:15 – Concentração na junta de freguesia de Alcongosta e pequeno-almoço
9:00 – Início da Actividade
13:00 – Almoço junto à escola primária
14:30 – Início do Magusto Tradicional aberto à população de Alcongosta (no centro da aldeia – onde se realiza o madeiro)
As obras do parque de campismo de luxo na Casa do Guarda de Alcongosta, em plena Serra da Gardunha, estão em curso. As bases onde vão ser edificadas as tendas geodésicas já são visíveis no terreno e os edifícios de apoio, cedidos pela Junta de Freguesia de Alcongosta, estão a ser alvo de requalificação.
A ilustrar o texto sobre o Festival Literário da Gardunha, hoje, no jornal i, vem uma foto da dona Laurinda, numa das tão tradicionais oficinas de Alcongosta, com um cesto de verga de castanho da mão, provavelmente feita pelo marido, mais conhecido por Polícia. A imagem foi captada por Pedro Loureiro, durante a residência artística da semana passada, por territórios nas fraldas da Gardunha.
Publicada por Gardunha,
11:12,
Categories:
Artesanato
comentários (0)
Hiperligações para esta mensagem
Cristina Branco e João Paulo Esteves da Silva sobem sábado à noite, às 21h30, ao palco da Moagem. Os bilhetes custam 4 euros.
Década e meia depois de um primeiro encontro e de um percurso tecido por muitasmúsicas e "aventuras", como a ousadia de cantar Schuman, Cristina Branco e João Paulo Esteves da Silva voltam agora a encontrar-se no Fundão, no âmbito do I Festival Literário da Gardunha, no dia 27 de Setembro, no Auditório da Moagem.Este reencontro de Cristina e João Paulo acontece no âmbito de um festival literário, uma feliz coincidência para dois artistas que dão uma grande importância às palavras e, em particular, às palavras poéticas. Baudelaire, Miguel Farias, Vasco Graça Moura, Chico Buarque, Cesário Verde, António Lobo Antunes, são alguns dos autores dos textos, com composições de Fausto, José Afonso, Mário Laginha ou do próprio João Paulo Esteves da Silva, entre outros. Músicas e palavras comungadas ao longo dos anos pela cantora e pelo pianista, revisitadas agora num tempo que se quer de "intervenção, de rememoração por um tempo melhor".
A fadista fundanense Celeste Rebordão Rodrigues, 91 anos, irmã de Amália, em entrevista a Anabela Mota Ribeiro, no Público, recorda alguns episódios da infância na terra natal.
Começamos, muito lá atrás, pelas canções que cantava quando descascava ervilhas?
Cantava canções da Beira que a minha mãe me ensinava, Milho Grosso. E tudo o que ouvia aos ceguinhos na rua.
Que tipo de coisas cantavam os ceguinhos?Fado. Foi aí que ouvi fado pela primeira vez. Com alguém a tocar acordeão ou guitarra ou concertina. Tinha sete ou oito anos. E ouvia nas grafonolas. Antigamente, havia a coisa dos piqueniques. Em vez de jantarmos em casa, armávamos tudo e íamos para o campo. Estava sempre alguém com grafonola. Nós não tínhamos.
Isso ainda no Fundão ou já em Lisboa? Cá, em Lisboa. Vim com cinco anos.
Ainda se lembra de episódios do Fundão? Só me lembro de quando fui numa procissão vestida de anjo. Eu achava o vestido lindo!, branco com asas. Contava a minha mãe que a cada pessoa que eu encontrava dizia: “Olha aqui o meu vestido tão lindo!” E na igreja, tinha amêndoas no colo, levantei-me e as amêndoas caíram por ali abaixo.
É uma imagem feliz, a que associa ao Fundão. Muito feliz. Outra imagem: a de o meu pai a tocar na banda, a dar a volta à cidade. E, numa noite de calor, a minha mãe pegou nos filhos e fomos dormir para o alpendre da igreja. Uma aventura. Eram sete na altura.
Conte-me a história da família, que não a sei. Morreram crianças? A minha mãe teve cinco rapazes e depois cinco raparigas. Um rapaz morreu à nascença, outro morreu com 18 meses e outro com dois anos e meio. E morreu uma rapariga aos seis anos e outra aos 16. Portanto, ficámos cinco.
Era um tempo de alta mortalidade infantil. E sem saber porquê. “O teu irmão morreu com ataques.” Sei lá que é isso de ataques.
Como é que isso era vivido na família? Era menos traumático, apesar de tudo, do que é hoje? Não. Era muito. Eu deixei de ser religiosa por causa da morte da minha irmã. Ela tinha seis, eu tinha nove. Estava a pedir por ela, na igreja, quando o meu irmão veio ter comigo e me disse que ela tinha morrido. Nunca mais acreditei em nada. Deus, Pai Natal, acabou aí. Tenho impressão de que era mais violento do que agora, porque éramos mais unidos. Também não tínhamos mais nada — a não ser uns aos outros.
Como é que se chamava essa sua irmã? Maria dos Anjos. Nome horroroso. A minha mãe pôs nomes feios às filhas. Maria Odete, Amália, Celeste, Ana e Maria Rosário. Ah, não era Maria dos Anjos, era Maria do Rosário.
É um lapso bonito. Fazendo dela um anjo. Os rapazes tinham nomes bonitos. A Ana morreu com 16 anos. Era poetisa, escrevia.
É impressionante imaginar uma menina de nove anos que tem essa revolta contra Deus quando sabe da morte da irmã. É. Nós gostávamos muito uns dos outros. Devemos isso à minha mãe e ao meu pai.
Como é que era a sua mãe? Uma pessoa fantástica. Tinha uma filosofia muito engraçada. Nunca se deixava abater. Quando tinha dinheiro, comprava-nos queijo. Nós gostávamos muito de queijo, queijo fresco. Dava um quarto a cada um dos filhos. A minha avó dizia: “És desgovernada. Deves dar um bocadinho hoje, um bocadinho amanhã.” A minha mãe respondia: “Não, não. Ao menos hoje consolam-se.”
A família era pobre. Quão pobre? Tínhamos carinho. A pobreza: nem dávamos por isso. A minha mãe ia ao campo, buscar qualquer coisa para fazer uma refeição, espargos, míscaros. Aquela fome, fome, fome, nunca passámos. Podíamos não ter os bifes, essas coisas de que as pessoas precisam, também. Mas não dávamos por essa necessidade. Só havia uma coisa com que a minha mãe sofria: como tínhamos uma casa pequena [no Fundão], quando nascia um bebé, um de nós tinha de ir para casa de um familiar.
Como era a casa? Era sobreloja, primeiro andar e sótão. Deitaram-na abaixo, infelizmente. Cada vez que ia ao Fundão, ia ver a minha casinha! [Riso] Foi onde nasci. “Se me sair a sorte grande, compro esta casa.”
Até que idade sonhou com essa casa? Até agora, que fui lá há pouco tempo. Tive um desgosto. Estava habituada a ver a minha casinha, tão linda.
Nunca mais entrou nela? Não. Via-a por fora e já era muito bom.
De certeza que nunca teve oportunidade, estes anos todos, de comprar a casa? Não! Nem para comprar uma caixa de fósforos, quase. Não sou como o Tio Patinhas. Nunca liguei ao dinheiro: tenho, gasto. E nunca fui de me preocupar com o dia de amanhã. Como sou muito positiva, penso que amanhã tenho um contrato. Hoje não tenho, amanhã tenho — a minha vida foi sempre assim.
Quis verdadeiramente comprar a casa ou bastava-lhe o sonho da casa? Quis. Era como voltar à minha infância.
A sua infância foi feliz por causa do amor que sentiu? Acho que sim.Veja a letra que a minha irmã [Amália] fez: “Não temos fome, mãe, já não sabemos sonhar, já andamos a enganar o desejo de morrer.” Doeu na carne [a privação]? Doeu nada. Dá mais poesia. A pessoa cresce mais depressa.
Foi uma infância sem medos? A nossa sociedade está muito marcada pelo medo. Nós brincávamos na rua. Sem medo que nos roubassem os filhos. Tem-se mais sonho quando há dificuldades. “Vou juntar para isto.”
Os sonhos eram? Coisas que a gente gostava de fazer. Viajar. Trabalhávamos no Cais da Rocha e víamos os paquetes, com os passageiros todos.
Está a falar do que o dinheiro podia comprar. Agora, aos 91 anos, sonha com quê? Oh, tanta coisa! Estou muito agarrada à vida. Mas não me amargura não fazer [tudo o que tenho vontade de fazer]. Já tenho tanta coisa boa... Abrir os olhos e ver esta beleza.
Essa infância maravilhosa teve sempre a música. O meu pai era músico, tocava muito bem. Trompete, saxofone, clarinete. A minha mãe cantava. Como é que uma pessoa podia estar frustrada? A música enche a vida de beleza.
A voz da sua mãe, como é que era? Um bocado como a da minha irmã, mais forte. Tinha uns agudos maravilhosos, uns graves sensacionais.
Havia na sua mãe o desejo de ser cantora? Não. Tinha tanto filho... Pertencia a um rancho e cantava. Chamavam-lhe o “rouxinol da Beira”! Tinha uma voz que se ouvia a dois quilómetros. Nem nós. Nunca sonhámos ser artistas. Nem eu nem a Amália. A gente cantava porque gostava de cantar. Cantávamos nas [festas] dos vizinhos, nos baptizados, nos casamentos da vizinhança. Isto surgiu, primeiro com a minha irmã, porque se enamorou de um guitarrista. E eu porque andava com ela, acompanhava-a. Ainda hoje gosto de cantar. Ando sempre lalalala, por casa.
(...)Como é que era um Natal na vossa casa? Ah. Tudo sentado no chão, que éramos muitos e não havia cadeiras nem bancos. Se cantávamos? Claro! Sempre as coisas da Beira. Os martírios — como é que lhe hei-de explicar o que são os martírios? É uma coisa que se canta na Semana Santa. Eu cantei, como se fosse uma oração, para um filme de pescadores bacalhoeiros da National Geographic. Faz arrepiar quando as pessoas cantam bem. (...)
Ver entrevista completa em Público.
Alexandra Lucas Coelho, Tiago Salazar, Luandino Vieira, Albano Martins, Alice Vieira, Arnaldo Saraiva, Deana Barroqueiro, Hélia Correia, Teolinda Gersão, Paula Moura Pinheiro, Pedro Mexia, Fernando Alvim, Fernando Paulouro, entre muitos outros escritores participam no I Festival Literário da Gardunha, que começa segunda-feira, 22, no Fundão.
A primeira edição do Festival Literário da Gardunha, no Fundão, inicia-se esta segunda-feira com uma residência artística, seguindo-se o encontro propriamente dito, nos dias 27 e 28, com a presença de mais de 30 escritores.
Alexandra Lucas Coelho e Tiago Salazar (escritores) e o fotógrafo Pedro Loureiro são os convidados para participarem na residência artística, sendo que cada um fica em diferentes pontos do concelho (Castelo Novo, Fundão e Janeiro de Cima), de modo a contactarem a comunidade, designadamente os alunos das escolas do concelho.
A estes autores, a organização lançou o desafio de produzirem um trabalho que tenha como base de inspiração os lugares que ficarão a conhecer ao longo da semana, com a Serra da Gardunha como pano de fundo.
Entre as presenças já confirmadas para o encontro estão autores como Luandino Vieira, Albano Martins, Alice Vieira, Arnaldo Saraiva, Deana Barroqueiro, Hélia Correia, Teolinda Gersão, Paula Moura Pinheiro, Pedro Mexia ou Fernando Alvim, entre outros. E ainda o escritor e jornalista espanhol Javier Reverte, a quem caberá abrir este festival, cuja primeira edição decorrerá sob o signo da viagem e da literatura de viagem.
A viagem e o mapa, A viagem e a poética da viagem, A viagem e a ficção, A viagem real e a viagem imaginária, A viagem e a história ou A viagem com bilhete de ida, mas sem regresso marcado são alguns dos temas de debate propostos.
O programa inclui uma visita à aldeia histórica de Castelo Novo e à vila de Alpedrinha, e ainda um concerto com Cristina Branco e João Paulo Esteves da Silva.
O festival é promovido pela Câmara Municipal do Fundão em parceria com a A23 Edições e a Grande Turismo.
in Público
Programa para os dias 27 e 28:
27 SET'14
10h30 SESSÃO DE ABERTURA com Paulo Fernandes (Presidente da Câmara do Fundão)
11h00 | LEITURA DE TEXTO por Mila Castanheira
CONFERÊNCIA INAUGURAL com Javier Reverte
14h30 | VIAGEM COM MAPA com Alexandra Lucas Coelho, Fernando Paulouro Neves, Luandino Vieira - moderação Margarida Gil dos Reis
15h45 | A VIAGEM IMÓVEL com Antonieta Garcia, Américo Rodrigues, Artur Portela - moderação Rui Lagartinho
17h00 | POÉTICAS DA VIAGEM com Catarina Nunes de Almeida, Filipa Leal, Inês Fonseca Santos, Ricardo Gil Soeiro - moderação Tiago Salazar
21h30 | CONCERTO Cristina Branco e João Paulo Esteves da Silva
28 SET'14
10h | PARTIDA DE AUTOCARRO PARA ALPEDRINHA (Praça Amália Rodrigues, Fundão) - transporte gratuito
10h30 | VIAGENS E FICÇÃO com Alice Vieira, Hélia Correia, Teolinda Gersão, Albano Martins - moderação Fernando Paulouro Neves
11h45 | VIAGEM COM HISTÓRIA com Deana Barroqueiro, Gabriel Magalhães, Miguel Real - moderação Cristina Vieira
14h | PARTIDA DE AUTOCARRO PARA CASTELO NOVO (Praça Amália Rodrigues, Fundão) - transporte gratuito
14h30 | LEITURA DE TEXTO por Mila Castanheira
A ORIENTE E OCIDENTE com Tiago Salazar, Fernando Alvim, Manuel da Silva Ramos, Paulo Nunes dos Santos - moderação Rui Pelejão
15h45 | BILHETE DE IDA com Carlos Vaz Marques, José Mário Silva, Pedro Mexia - moderação Paulo Fernandes.
17h00 | LER O MUNDO com Arnaldo Saraiva, Fernando Pinto do Amaral, Jaime Rocha - moderação Ricardo Gil Soeiro
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Blogues Vizinhos
- Tasca do Levezinho
- Cereja de Alcongosta
- Fiúza
- Gabriel Macchi
- Do Katano
- Coisas de Cereja
- Andarilho
- Ecos de Portugal
- Valverde City
- Fiúza666
- APPACDM Fundão
- Quadratim
- Clube Donas
- ViveDonas
- Carantonha do Telhado
- Conversando
- Comunidade na Atalaia
- Blog Gardunha Viva
- Na Aldeia
- Um Rebordão no Japão
- Blog Bogas de Baixo
- Alpedrinhacalateechupa
- Teatro Clube de Alpedrinha
- Pulmão
- Piscina United
- Imago
- Blog do Zé Carlos
- Blog do Jacaré
- Silvares
- Fundão Creativo
- Ultras Fundão
- Alpedrinha News
- Casca Instantes
- Valverdinho
- De Castelo Novo para o Mundo
- Floppy na Cidade
- Luís Afonso no BTT
- Murro nas Trombas
- Cine Clube Gardunha
Sítios Vizinhos
- Junta de Freguesia de Alcongosta
- Site Alcongosta
- Tasca Levezinho
- Clube Académico de Alcongosta
- Escola Primária de Alcongosta
- Secundária do Fundão
- Escola Preparatória
- Gardunha Viva
- Jerónimo & os Cro Magnon
- Fundão Activo
- Serra Aventura
- Centro Fundão
- Câmara do Fundão
- Moagem
- Centro Fundão
- Bruno Pais
- A23 Online
Sítios das Redondezas
- Máfia da Cova
- O Mundo por Raimundo
- Sombra Verde
- Palavra Estranha
- Jogo de Espelhos
- Casegas Vai Nua
- Maravilhas da Estrela
- Cântaro Zângado
- Rumo a Cuba
- Caminhadas em Casegas
- Teatro das Beiras
- Manuel da Silva Ramos
- Penamacor
- Heróis do Quotidiano
- Marretas
- Albicastrense
- Por Terras do Rei Wamba
- Aldeias do Xisto
- Fanzine Tertuliano
Fora de Portas
- Ciberdúvidas
- Tira-Teimas
- O Alto, o Forte e o Moyle
- Futebolês
- 1000 imagens
- Ironia do Destino
- Crónicas do Rochedo
- Rititi
- Sem pénis nem inveja
- Ferreira de Castro
- Produções Fictícias
- Bichos Carpinteiros
- 5 Dias
- Democracia em Portugal?
- 31 da Armada
- Geração Rasca
- Fernando Alvim
- Bruno Nogueira
- Nilton
- Dias Úteis
- Há Vida em Markl
- Vodca 7
Categorias-
- Artesanato (31)
- Cerejeiras em Flor (2)
- Clube Académico de Alcongosta (11)
- Costumes e tradições (8)
- Curiosidades (21)
- desporto (1)
- Festa da Cereja (14)
- Gente da nossa terra (13)
- Gentes da Nossa Terra (15)
- http://www.blogger.com/img/blank.gif (3)
- Memórias de Alcongosta (67)
- Notícias (64)
- personagens cá do burgo (1)
- Politiquices e politiqueiros (13)
- Promessa cumprida (2)
- Promessas por cumprir (6)
- Videos e SlideShows (23)




















































