Pedaços de Alcongosta

Instantâneos da Terra da Cereja

27 janeiro 2016

Perspectivas da Gardunha








(Fotos de Gonçalo Salvado)

26 janeiro 2016

Da minha Gardunha eu vejo





(Fotos de João Afonso)



Em Alcongosta, nestas eleições presidenciais, a abstenção foi quem teve maior expressão, à frente do sucessor de Cavaco em Belém, Marcelo.



23 dezembro 2015

Cepo de Natal
































Alcongosta volta a organizar a Rota dos Castanheiros, dia 8 de Novembro, num percurso de 12 Km por caminhos pintados pelas múltiplas cores do Outono.

Programa:
8:15 – Concentração na Junta de Freguesia de Alcongosta e pequeno-almoço
9:00 – Início da actividade
13:00 – Almoço junto à escola primária
14:30 – Início do Magusto Tradicional aberto à população de Alcongosta
17:00 – Encerramento da actividade

Cuidados especiais e normas de conduta:
Cuidado com o gado. Embora manso não gosta da aproximação de estranhos às suas crias;
Evitar barulhos e atitudes que perturbem a paz do local;
Observar a fauna à distância preferencialmente com binóculos;
Não danificar a flora;
Não abandonar o lixo, levando-o até um local onde haja serviço de recolha;
Não fazer lume;
Não colher amostras de plantas ou rochas;
Recomendações:
Calçado cómodo e já habituado ao pé, preferencialmente botas de marcha.
Peúgas macias, sem costuras.
Roupa adequada ao estado do tempo.
Máquina fotográfica para mais tarde recordar… e uma mochila cheia de boa disposição.

INSCRIÇÕES
7 gardunhos para maiores de 12 anos. (inclui almoço e seguro)












Figura incontornável e um embaixador de Alcongosta ao longo dos últimos anos, o Ti Zé da Encarnação, nome pelo qual era conhecido José Mendes Martins, foi hoje a sepultar, aos 92 anos. Em terra de esparteiros e cesteiros, era em outros tempos apenas mais um dos artesãos da nossa terra a viver dessa actividade. Passou também pelo comércio da fruta e já sénior, quando a arte de trabalhar a palha estava a desaparecer e os mais velhos esparteiros deixavam de ter condições físicas de continuar, o Ti Zé da Encarnação, personagem afável, sempre disponível e comunicativo, começou novamente a dedicar-se ao esparto e a levar esta marca enraizada da nossa terra a feiras um pouco por todo o lado. 
Era o mais velho e o único em actividade permanente, mas não o último, já que há uma década, graças a um curso de formação ministrado por si, mais gente aprendeu a trabalhar o esparto. Podem não saber fazer as ceiras tão bem trabalhadas ou as peças mais ornamentadas, mas ganharam conhecimentos para fazer o básico e, a partir daqui, querendo, podem dar continuidade a um tipo de artesanato que corre o risco de desaparecer completamente. Esta semente faz parte do legado deixado pelo Ti Zé da Encarnação. Esperemos que haja o incentivo para que ela seja regada e cresça.