Na próxima sexta-feira, 11, às 21h30, há teatro na vizinha Alpedrinha. A companhia Ajidanha sobe ao palco com a peça "Opus".
SINOPSE:
Aborrecido, num determinado momento da Minha eternidade, comecei a criação de todo o universo.
A Minha obra era uma sublime representação do espaço, com o domínio marcado dos conceitos básicos da natureza. Com um traço delicado e inteligente, explora a efemeridade da vida. Mas como em todas as obras, há sempre um elemento imperfeito.
Tudo o que sucedeu, foi por minha culpa ou por vossa néscia culpa?
Esta peça fala Dele, das suas dúvidas e angústias, na companhia de quem fez Dele, quem Ele é.
Seminário do Fundão / Foto: Filipe Antunes
É hoje notícia em alguns órgãos de comunicação a intenção da autarquia em aproveitar as instalações do Seminário do Fundão, à entrada de Alcongosta, para a criação de um espaço disponibilizado às empresas de desenvolvimento digital e robótica aplicados à área agrícola.
Câmara do Fundão vai criar Centro de Demonstração e Experimentação "Smart Rural"
A Câmara do Fundão vai criar o Centro de Demonstração e Experimentação "Smart Rural", destinado a empresas que desenvolvam soluções no âmbito da internet para a componente agrícola, disse à agência Lusa o presidente do município, Paulo Fernandes.
"Será um parque de demonstração de internet das coisas e robótica, associado um pouco ao que é a filosofia das `smart cities`, mas destinado à componente agrícola e rural. Ou seja, será um centro onde as empresas podem demonstrar, explicar e apresentar os seus novos serviços e produtos, isto em contexto real", referiu.
O autarca especificou que o novo centro começará a ser instalado a partir de Janeiro e que ficará no Seminário do Fundão, propriedade que inclui cerca de 20 hectares de terreno.
Para o efeito, a autarquia já propôs um acordo à Diocese da Guarda (proprietária do espaço) que visa o arrendamento por 25 anos de grande parte do edifício e de toda a área adjacente.
Terrenos que serão disponibilizado às empresas ligadas à Internet das coisas e robótica para que aí possam desenvolver a sua actividade aplicada ao meio rural e agrícola.
"A ideia é que essas empresas possam ter no Fundão um pólo de criação e de desenvolvimento das novas soluções que tenham ou estejam a criar", apontou o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.
Lembrando que o concelho do Fundão tem uma importante actividade nos sectores agrícola e agro-alimentar, Paulo Fernandes destacou a relevância que este centro pode ter para o desenvolvimento dessas áreas, bem como para a continuidade da estratégia de atracão de empresas de novas tecnologias que este município tem seguido.
Desta forma, o concelho "poderá atrair mais empresas, nomeadamente `startup` que estejam a apostar em soluções tecnológicas", ao mesmo tempo que está a contribuir para "resolver uma das maiores dificuldades que estas empresas enfrentam, que é a de terem um espaço".
Paulo Fernandes adiantou que a autarquia já está a estabelecer contactos para dar a conhecer este projecto às empresas nacionais e internacionais e que o "feedback" tem sido positivo.
O autarca não revela quais são as empresas que manifestaram interesse, mas lembra que haverá vários projectos que teriam lugar neste centro, como seria o caso de uma empresa que estivesse, por exemplo, a desenvolver um sistema de rega inteligente para pomares ou a criar sensores para detecção de pragas ou até uma nova geração de máquinas agrícolas para a mecanização de apanha de frutos, entre tantas outras possibilidades.
Via RTP.
Michel Giacometti teve um papel na preservação de tradições e de parte da nossa memória colectiva cuja importância, provavelmente, só num futuro mais adiante será devidamente considerada. O etnomusicólogo corso percorreu o país para registar as especificidades da música popular portuguesa em cada região e, em 1972, passou por Alcongosta, onde captou imagens e onde recolheu alguns cânticos para a posteridade. O resultado revelar-se-ia um tesouro do património imaterial português.
O espaço escolhido não podia ser mais apropriado: uma oficina de cesteiro, daquelas típicas, num tempo em que, porta sim, porta não, havia um destes espaços de trabalho e em que a cestaria era ainda a grande marca da nossa terra.
Giacometti dá ênfase à importância do canto polifónico nas tarefas e cerimónias colectivas. Mas, sobretudo, deixou-nos esta porta aberta para um passado não muito distante, mas já praticamente inexistente.
No filme surgem os contributos de seis alcongostenses: Crispina, Ilda (a única ainda viva), Maria Roloa, Salete Tomé, Filomena, Pulquéria.
O espectáculo das exuberantes cores do Outono pode ser devidamente apreciado a 13 de Novembro, em mais uma edição da Rota dos Castanheiros, que se realiza em Alcongosta. O percurso tem cerca de 12 km e um grau de dificuldade médio/baixo.
Para quem vem de fora a inscrição custa sete euros para maiores de 12 anos e inclui seguro e almoço. As inscrições devem ser feitas até 10 de Novembro, para o número fixo 275 772 082, para o telemóvel 961 720 904 ou para o email geral@gardunhaviva.com.
Para quem vem de fora a inscrição custa sete euros para maiores de 12 anos e inclui seguro e almoço. As inscrições devem ser feitas até 10 de Novembro, para o número fixo 275 772 082, para o telemóvel 961 720 904 ou para o email geral@gardunhaviva.com.
Para pagamentos por transferência bancária: NIB: 004540204016861085787 (Agradecemos o envio do respectivo comprovativo).
Pagamento po transferência bancária: NIB: 004540204016861085787 (Agradecemos o envio do respectivo comprovativo)
PROGRAMA:
8:30 – Concentração na junta de freguesia de Alcongosta e pequeno-almoço.
9:00 – Início da Actividade.
13:00 – Almoço (Junta de Freguesia de Alcongosta).
14:30 – Início do Magusto Tradicional aberto aos participantes da actividade e à população de Alcongosta.
18:00 – Encerramento da Actividade.
Foto da noite de sábado, 10, a mais concorrida
Chegou ao fim mais uma festa de Alcongosta, feita com a entrega dos conterrâneos nascidos em 1976. Durante três dias (e noites) de muito calor, foi grande a adesão tanto às cerimónias religiosas como ao arraial que se prolongou até segunda-feira. Mais uma vez, com a dedicação de alguns, cumpriu-se a tradição. Para o ano há mais.
PS: Alguém tem fotos que possa partilhar com quem está longe de Alcongosta nesta altura do ano, enviando para pedacosdealcongosta@gmail.com?
PS: Alguém tem fotos que possa partilhar com quem está longe de Alcongosta nesta altura do ano, enviando para pedacosdealcongosta@gmail.com?
Ele é mais conhecido pelos livros que escreve, mas Afonso Cruz é um homem de muitos ofícios e vem hoje à Festa da Cereja de Alcongosta com a sua banda de The Soaked Lamb, acompanhado de Mariana Balas, de Miguel Lima, de Tiago Albuquerque e de Vasco Condessa.
A banda estava no prograda do ano passado, mas um acidente com a vocalista fez com que o espectáculo fosse adiado e foi agora reagendado. É às 22h, na Capital da Cereja.
É hoje que os Fado Lelé pisam o palco da Festa da cereja de Alcongosta, às 22h.
Nos fins-de-semana de Junho realizam-se, em Alcongosta, a Capital da Cereja, visitas de comboio turístico com vista panorâmica pelos pomares de cereja.
O comboio sai da paragem de autocarro, à entrada de Alcongosta, às 13h30, 15h, 16h e 17h e os percursos são de 50 minutos. A viagem é acompanhada por um guia turístico que fará a interpretação da paisagem.
É necessária marcação antecipada no Posto de Turismo do Fundão, na Rua 5 de Outubro, ou através do número de telefone 275779040.
Começa hoje, quinta-feira, 9, e prolonga-se até domingo a X edição da Festa da Cereja de Alcongosta (Fundão), onde podem ser degustados muitos produtos à base de cereja.
No evento estão em destaque os live-cookings com os chefs João Alves, João Simões e Diogo Rocha; os ateliers Chefes de Palmo e Meio; os concertos de Jerónimo e Cro Magnon, Fado Lélé e The Soaked Lamb; Passeios de Balão; animação; tasquinhas e artesanato, num evento que decorrerá de acordo com o seguinte programa:
Quinta-feira, 9
19.00h Abertura com os Bombos de Alcongosta
Animação de rua – Animação com Gaitas da Beira; Grupos locais e regionais
22.00h Concerto – Jerónimo e Cro Magnon – Apresentação do novo álbum
Sexta-feira, 10
Animação – Fila Harmónica, A Banda – Animação Teatral de Rua
Animação de rua – El Puntilho Canalha, vindos diretamente de Segóvia, Espanha; Xaral Dixie; Grupos locais e regionais
10.00h Breakfast Market
12.00h e 16.30h Chefs de Palmo e Meio, com André Soares e Susana Falcão
15.00h e 18.00h Live Cooking com o Chef João Alves
18.00h Workshop de Cocktail, pela Escola Profissional do Fundão
22.00h Concerto – Fado Lélé
Sábado, 11
Animação – Manta de Ourelos – Grupo de Folk Medieval do concelho da Covilhã
Animação de rua – Xaral Dixie; El Puntilho Canalha; Grupos locais e regionais
10.00h Breakfast Market
12.00h e 16.30h Chefs de Palmo e Meio, com André Soares e Susana Falcão
15.00h e 18.00h Live Cooking com o Chef João Simões
19.30h Workshop – Gin de Cereja do Fundão
22.00h Concerto – The Soaked Lamb
Domingo, 12
Animação – Arruada com a Banda Filarmónica Perovisense
Animação de rua – Tarde Tradicional – Há Música no Adro; Grupos locais e regionais
10.00h Breakfast Market
12.00h Chefs de Palmo e Meio, com André Soares e Susana Falcão
15.00h Live Cooking com o Chef Diogo Rocha
Dia 9 de Junho, o primeiro da Festa da Cereja de Alcongosta, é dia de Jerónimo e os Cro-Magnon. A banda aproveita a ocasião para apresentar o álbum Estrada 343.
A Câmara Municipal do Fundão apresentou ontem a campanha deste ano de promoção da cereja. O pequeno-almoço de cereja é uma das novidades deste ano. Iniciativa que pretende dinamizar a Festa da Cereja durante a manhã, período em que muitas excursões chegam à nossa terra e bastas vezes não encontram qualquer animação.
Fundão: Câmara investe 55 mil euros na promoção de cereja
A Câmara Municipal do Fundão vai investir 55 mil euros na promoção da marca "Cereja do Fundão" através de um programa estratégico que contará com uma forte aposta no norte do país e também em França.
"Vamos estar com uma ação muito marcante em dois espaços na cidade de Paris, aproveitando o cruzamento de agendas como o início do Europeu de Futebol e as comemorações do Dia de Portugal", referiu o presidente do município, Paulo Fernandes, durante a conferência de imprensa de apresentação da campanha promocional para 2016.
Segundo especificou, as campanhas de marketing direto decorrerão no evento "Berges de l'Europe" e na "Fête du Portugal & de la Lusophonie", constituindo mais um passo no trabalho que tem sido desenvolvido ao longo dos últimos três anos com vista à conquista do denominado mercado da saudade.
A nível nacional, a promoção do fruto mais famoso deste município do distrito de Castelo Branco passa a incluir uma maior aposta a norte do país, com a presença em grandes eventos e também nos restaurantes do grande Porto.
"A zona norte não é o nosso ponto mais forte, pelo que achamos que também podemos crescer nesse mercado, que é muito importante a nível nacional", apontou.
Segundo sublinhou, algumas das ações serão promovidas pela Cerfundão, organização de produtores que é a principal operadora de cereja da região e que, este ano, apresenta como novidades a introduzir no mercado as caixas de cereja com um quilo ou os cones de cereja (a fazer lembrar os cartuchos de castanha), que permitem o consumo imediato do fruto.
No quadro de parcerias, será ainda possível encontrar cerejas do Fundão à venda em áreas de serviço de algumas autoestradas ou a bordo de voos da TAP, designadamente nos voos do dia 10 de junho e voo inaugural para Boston (EUA), no dia 11 de junho.
A 04 de junho, e aproveitando a sua presença no Fundão, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, será convidado a associar-se a uma iniciativa recentemente lançada: o apadrinhamento de uma cerejeira.
A realização de festivais e roteiros gastronómicos em Lisboa, Porto e no Fundão volta a constar do programa, que também inclui um conjunto alargado de iniciativas locais relacionadas com o turismo de experiência.
Destaque ainda para a realização da já habitual Festa da Cereja, que tem lugar na localidade de Alcongosta entre os dias 09 e 12 de junho, que apresenta como novidade a iniciativa "pequenos-almoços com cereja", que dinamizará o certame no período da manhã.
Um conjunto de ações em que se espera que a cereja não falte, isto apesar da quebra de produção registada devido ao frio e à chuva e que está a causar perdas muito significativas aos produtores.
Uma situação que está a preocupar "fortemente" o presidente do município fundanense, que já reuniu com secretário de Estado da Agricultura e Alimentação para verificar quais as medidas que podem ser acionadas no sentido de minimizar os prejuízos.
De acordo com o autarca, o governante comprometeu-se a avaliar a possibilidade de ser constituído um fundo de calamidade que possa ainda dar resposta aos prejuízos deste ano.
CEREJA: QUEBRA NA PRODUÇÃO PODE JUSTIFICAR APOIOS
As perdas na produção de cereja podem chegar até aos 50 por cento no final da campanha deste ano em resultado das más condições climatéricas. Os dados foram avançados pelo presidente da câmara do Fundão na última reunião pública do executivo que se sucedeu a um encontro que manteve com o secretário de estado da agricultura.
Paulo Fernandes encontrou receptividade do governante em poder adoptar medidas de apoio aos produtores de cereja uma vez que as estimativas apontam para uma quebra na casa dos 70 por cento durante a primeira fase da campanha.
“O senhor secretário de estado informou-me que estava até a equacionar a alteração daquilo que é o quadro de financiamento dos seguros, e que agora também tem verbas comunitárias, para aquilo que possam ser situações idênticas àquela que aqui estamos a falar. Também me disse que está a reequacionar a questão do fundo de calamidade. Naturalmente que ainda pode ser um pouco cedo para analisarmos a fundo esta questão mas temos noção que as primeiras cerejas, que são chamadas temperaneiras, tiveram uma quebra muitíssimo significativa e os dados preliminares apontam para perdas entre 70 a 80 por cento nesta fase”.
O presidente da câmara do Fundão acrescenta que os resultados da segunda fase da campanha estão dependentes das condições climatéricas mas mostra-se céptico em relação aos totais de produção que podem ter uma quebra assinalável em relação a 2015.
“Vamos ver agora o que sucede no grosso da nossa produção; há algumas semanas atrás já se falava numa perda que podia chegar aos 40 por cento. Esperamos que não haja mais más notícias porque sempre que vemos chover temos logo a má sensação que isso pode acontecer e elevar a mais de 50 por cento o quadro global de perdas no âmbito de toda a campanha. Espero muito sinceramente enganar-me mas temos de aguardar pela conclusão da campanha”.
O Festival de curtas-metragens Gardunha Fest tem a sua terceira edição de 27 a 29 de Maio de 2016, no Fundão. O programa começa na sexta-feira em plena serra da Gardunha a cargo do grupo musical tradicional Manta de Ourelos, seguidos pelos VJ ZEEB.
O dia de sábado inicia com um workshop de cinema. Durante o fim-de-semana há um «especial» realizador Miguel Gonçalves Mendes, natural da Covilhã e autor de filmes como «José e Pilar». Haverá exibição de filmes, um passeio pedestre ao cosmódromo, local da Gardunha onde alguns argumentam ser o local de aterragem de ovnis, um espectáculo de dança contemporânea e entrega de prémios. É assim por isso um programa vasto e variado.
Os filmes a concurso incluem uma secção de filmes participantes júnior e outra em secção sénior. As películas participantes têm de ter o tema do festival incluído: «paranormal», que deve ser explícito nos filmes a concurso.
Este ano foram submetidos mais de 100 filmes à organização, um pouco de todo o mundo. São 34 os filmes exibidos a concurso, nas categorias de animação, experimental e ficção.
De características únicas, a Serra da Gardunha não é apenas visitada pela sua beleza natural e paisagística. São muitos os que aqui acorrem para estudar, investigar, ou apenas como curiosos da temática. Para cépticos ou não, a Serra da Gardunha proporciona motivos de encanto, interesse, curiosidade ímpares.
É nesta ligação entre a cidade e a serra, que a compõe paisagisticamente, que se idealizou este festival. Para que sejam recebidos e desenvolvidos filmes interessantes e curiosos, numa temática desafiante e, no entanto, tão tradicionalmente portuguesa, enraizada desde há séculos, sob períodos de tão diversas conjunturas: o paranormal.
Programa:
Sexta-feira, 27 Maio, serra da Gardunha - Natura Glamping, Alcongosta
21:00 Abertura do Festival com os Manta de Ourelos
22:00 Set Visions N Music by VJ ZEEB
21:00 Abertura do Festival com os Manta de Ourelos
22:00 Set Visions N Music by VJ ZEEB
Sábado, 28 Maio, A Moagem:
10:00 – 13:00 Workshop «A Figura do Extraterrestre no Cinema» (Inscrições limitadas: 15 pessoas. Inscrição obrigatória)
15:00 Mostra Miguel Gonçalves Mendes: «Floripes»
16:30 Exibição das curtas-metragens a concurso
21:00 Mostra Miguel Gonçalves Mendes: «Autografia»
22:45 Mostra de Curtas-Metragens extra-concurso da Experimental Film Society (Dublin)
10:00 – 13:00 Workshop «A Figura do Extraterrestre no Cinema» (Inscrições limitadas: 15 pessoas. Inscrição obrigatória)
15:00 Mostra Miguel Gonçalves Mendes: «Floripes»
16:30 Exibição das curtas-metragens a concurso
21:00 Mostra Miguel Gonçalves Mendes: «Autografia»
22:45 Mostra de Curtas-Metragens extra-concurso da Experimental Film Society (Dublin)
Domingo, 29 Maio, Serra da Gardunha
09:00 Caminhada ao Cosmódromo (sítio da Penha) e visita à Aldeia Histórica de Castelo Novo
12:30 Almoço na Associação Sociocultural de Castelo Novo
Ponto de Encontro: 8:45 no Natura Glamping (Inscrições limitadas: 30 pessoas. Inscrição obrigatória)
A Moagem:
15:00 Espectáculo de Dança Contemporânea «Estranha-se, Entranha-se»
15:20 Mostra Miguel Gonçalves Mendes: «Nada Tenho Meu»
16:00 Trechos do filme «O Sentido da Vida», com presença do Realizador Miguel Gonçalves Mendes
17:00 Exibição dos Filmes vencedores do III Gardunha Fest e entrega de prémios
09:00 Caminhada ao Cosmódromo (sítio da Penha) e visita à Aldeia Histórica de Castelo Novo
12:30 Almoço na Associação Sociocultural de Castelo Novo
Ponto de Encontro: 8:45 no Natura Glamping (Inscrições limitadas: 30 pessoas. Inscrição obrigatória)
A Moagem:
15:00 Espectáculo de Dança Contemporânea «Estranha-se, Entranha-se»
15:20 Mostra Miguel Gonçalves Mendes: «Nada Tenho Meu»
16:00 Trechos do filme «O Sentido da Vida», com presença do Realizador Miguel Gonçalves Mendes
17:00 Exibição dos Filmes vencedores do III Gardunha Fest e entrega de prémios
Mais informação aqui.
Está a decorrer a terceira edição do Festival Literário da Gardunha, que se prolonga até domingo. Eis o programa para o fim-de-semana:
21 de Maio / Sábado
AUDITÓRIO (Moagem)
10h00 - SESSÃO DE ABERTURA com Paulo Fernandes (Presidente da Câmara do Fundão)
10h30 - CONFERÊNCIA com César Antonio Molina
moderação Fernando Paulouro Neves
Pausa para café
11h45 - MESA-REDONDA com Gonçalo M. Tavares, Ana Margarida de Carvalho, Fernando Dacosta
moderação Margarida Gil dos Reis
Pausa para almoço
14h30 - MESA-REDONDA com Paula Morão, Eduardo Pitta, Marcello Duarte Mathias
moderação Maria João Costa
15h30 - MESA-REDONDA com Adriana Veríssimo Serrão, Manuel Gusmão, Fernando Echevarría
moderação Valério Romão
Pausa para café
16h45 - MESA-REDONDA com Helena Buescu, Julieta Monginho, José Viale Moutinho, Fernando Guimarães
moderação José Mário Silva
17h45 - MESA-REDONDA com Rui Jacinto, Pedro Salvado, Mbate Pedro
moderação Ricardo Paulouro Neves
OCTÓGONO (Antiga Praça)
22h00 - CONCERTO O Fado revisitado
por Camané e Mário Laginha
22 de Maio / Domingo
ALPEDRINHA (Teatro Clube)
10h00 - PARTIDA DE AUTOCARRO para Alpedrinha (Praça Amália Rodrigues, Fundão) transporte gratuito
10h30 - MESA-REDONDA com Dulce Maria Cardoso, José Carlos de Vasconcelos, Mário Zambujal, Pedro Mexia
moderação Alexandre Manuel
Pausa para café
11h45 - MESA-REDONDA com Paula Tavares, Cristina Carvalho, Pedro Dias de Almeida, Paulo Moura
moderação Rui Lagartinho
Pausa para almoço
AUDITÓRIO (Moagem)
15h00 - CONVERSAS CRUZADAS com Clara Ferreira Alves e Tiago Salazar
Lanche
Os escritores Dulce Maria Cardoso e Miguel M. Tavares são os convidados deste ano do Festival Literário da Gardunha para participarem nas duas residências literárias.
Festival Literário da Gardunha reúne mais de 25 escritores no Fundão
A terceira edição do Festival Literário da Gardunha, que se realiza de dia 16 a dia 22 deste mês, reunirá no Fundão mais de 25 escritores de diferentes gerações e países, numa viagem que além da literatura também integra outras componentes culturais.
Do programa, divulgado pela organização em conferência de imprensa, constam não só as conversas e mesas redondas com os escritores convidados, como duas residências literárias, dois encontros com alunos, um concerto de música (que reúne Camané e Maria Laginha), uma feira do livro, uma projeção cinematográfica, e ainda “workshops” e exposições, entre outras atividades.
"Não deixará de ser um festival muito eclético em que se cruzam várias facetas culturais e onde se procurará sempre criar um ambiente e uma relação dos visitantes com o nosso território, procurando simultaneamente diminuir aquilo que são distâncias da nossa comunidade e dos nossos públicos relativamente aos autores e aos criativos que aqui estarão", afirmou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Fernandes.
O festival, que volta a ser organizado numa parceria entre a autarquia e a A23 Edições e cujo tema é "Escrever a Paisagem", manterá a aposta na Serra da Gardunha como veículo de promoção cultural, literária, pedagógica, territorial e também turística.
A promoção das relações ibéricas e internacionais, o encontro entre escritores consagrados e mais jovens e ainda a integração de escritores oriundos da região são outras das marcas que distinguem este festival e que, segundo a organização, serão mantidas.
"Por outro lado, este ano, abrimos ainda a porta a um conjunto de relações lusófonas, neste caso com Angola e Moçambique, já que temos a representação de escritores angolanos e de um escritor moçambicano, o que é muito interessante pela questão da lusofonia que nos interessa sempre abordar num festival literário", acrescentou Margarida Gil Reis, da organização do festival.
Lembrando que no conjunto dos três anos são mais de 75 os autores que vão passar pelo Fundão, esta responsável também destacou que o certame tem vindo a crescer e garantiu que tem despertado cada vez mais atenção entre a comunidade literária, designadamente entre nomes consagrados.
A relação com a comunidade local é outro dos aspetos que a organização tem em conta, convidando deste logo os dois participantes das residências literárias (Gonçalo M. Tavares e Dulce Maria Cardoso) a participarem num encontro com alunos do concelho ou mantendo como matriz do evento a realização de mesas redondas e tertúlias, nas quais o público é desafiado a interagir com os escritores convidados.
Entre os que já confirmam presença estão então nomes como César Antonio Molina (escritor ensaísta e antigo ministro da Cultura em Espanha, a quem caberá a sessão de abertura), Adriana Veríssimo Serrão, Clara Ferreira Alves, Cristina Carvalho, Eduardo Pitta, Fernando Dacosta, Fernando Echevarría, Fernando Guimarães, Pedro Mexia, Mário Zambujal ou Marcello Duarte Mathias e Mbate Pedro, entre outros.
O investimento global previsto é no valor de 16 mil euros, 85% dos quais comparticipados.
ALDEIAS DE MONTANHA: FREGUESIAS
ESCOLHIDAS
Alcongosta, Alpedrinha e Alcaide
foram as freguesias do concelho do Fundão escolhidas para integrarem a
candidatura, no âmbito do Prover, à Rede das Aldeias de Montanha.
O programa entendeu serem estas
as localidades fundanenses que reúnem as melhores condições e que dão resposta
aos requisitos desta iniciativa, que tem em Seia o polo principal numa rede
recente
“Uma rede relativamente nova que
está muito alavancada no município de Seia. Este é um produto muito
interessante para as nossas serras da Estrela e da Gardunha, sua área de
influência, que tem um potencial, do ponto de vista de produto turístico, para
poder complementar outros produtos de aldeias que já tínhamos”, disse
presidente da câmara municipal do Fundão na última reunião pública do
executivo.
Este é um programa que, para o
autarca fundanense, pode, para além dos produtos endógenos, potenciar outros
produtos de programas que abrangem outras localidades
“As Aldeias do Xisto e as Aldeias Históricas,
com valores patrimoniais e com oferta turística obrigatória. O programa da Rede
das Aldeias de Montanha via ser integrado no PROVER, BY Nature, que até à
primeira quinzena de Março tem que entrar na CCDRC o seu plano de ação, no qual
estamos a trabalhar no âmbito do consórcio formado”, explica o presidente da
CMF.
A instalação "Draperies" é a oportunidade para voltar a visitar o devoluto Cine-Teatro Gardunha, local de memórias há cerca de 30 anos de portas fechadas e em processo ininterrupto de degradação.
O espaço está aberto de sexta a domingo, entre as 14h e as 18h, e de terça a quinta, às 16h, mediante marcação.
Compal lança campanha de novo néctar de cereja do Fundão
A Compal lança hoje uma edição limitada de néctar de Cereja do Fundão que resulta de uma parceria com esta Câmara Municipal e reforça a aposta da marca nos produtos portugueses. Ao Diário Económico, o director de marketing Portugal e Espanha da Sumol+Compal, João Nuno Pinto, revela que a partir de 22 de Fevereiro estará no terreno uma campanha publicitária para dar a conhecer mais esta inovação da marca liderada por Duarte Pinto.
“Em termos de plano de comunicação, o lançamento será apoiado com uma campanha em televisão, presença em exterior e nos meios digitais”, sublinha João Nuno Pinto que acrescenta que “o conceito de campanha pretende valorizar o fruto e a região enquanto localização especial de cultivo e desenvolvimento da cereja”. Sobre o valor do investimento, a mesma fonte prefere não divulgar uma vez que “sendo a Sumol+Compal uma empresa cotada em bolsa, não podemos revelar esse dado”.
O director de marketing da Sumol+Compal salienta que para esta edição limitada a empresa está a trabalhar com a Cerfundão, uma organização de produtores especializada na produção e comercialização deste fruto, “à qual adquirimos uma parte da sua produção, na ordem das 100 toneladas”.
A previsão é que “a edição de Compal Cereja do Fundão seja escoada num prazo de quatro meses. Pelo facto de ser uma fruta com uma forte ligação ao País e pela escassez de matéria-prima inerente ao fruto será disponibilizada apenas no mercado nacional”.
“A aposta na inovação é constante e tem marcado os 62 anos de vida da marca” realça o director de marketing da Sumol+Compal. Por isso, sublinha que a “inovação é um factor muito importante para a Compal, que pesa, dependendo dos anos, entre 10 e 15% das vendas”. Questionado sobre qual a próxima aposta, o gestor apenas admitiu que a marca “procura lançar regularmente novos sabores, diferenciados pela origem/variedade das frutas, como foi o caso do Alperce e da Maçã das Beiras, ambos lançados em 2015”.
João Nuno Pinto lembra que, por ano, a Compal “compra cerca de 30 mil toneladas de fruta portuguesa, processando-a na totalidade na unidade industrial em Almeirim”. A maioria dos néctares de pêssego, maça, laranja, ameixa, entre outros é produzida com fruta nacional. De acordo com a mesma fonte, esta fruta “é comprada directamente aos nossos produtores ou a organizações de produtores com fruta de origem qualificada”.
CAMPOS DE ENSAIOS PARA A CEREJA E
PÊSSEGO
Fundão e Covilhã estreitam laços
de cooperação para a promoção da fileira da fruta. Os dois municípios, em
parceria com a UBI, Escola Superior Agrária, Apizêzere e Cerfundão criaram um
grupo operacional, no âmbito do PDR 2020, com esse objectivo. A candidatura
prevê a criação de campos experimentais, da cereja e do pêssego. O primeiro
ficará em Alcongosta, o segundo na Covilhã, em princípio na escola agrária da
Lageosa.
Vítor Pereira, presidente da CMC
salienta a importância desta união, que também já existe ao nível da produção
com a integração da Cooperativa de Fruticultores da Cova da Beira na Cerfundão
“aliás, a própria Cooperativa de Fruticultores da Cova da Beira vai ter essa
vocação que é as frutas de grande calibre onde o pêssego vai pontificar, é
nesse sentido que caminhamos. A Cova da Beira é uma zona privilegiada para a
agricultura e em conjugação de esforços fazermos uma grande zona de produção de
fruta, que já o é, mas em conjugação de esforços melhorar as condições e
explorar outras vertentes”.
No caso do campo de ensaios da
cereja, ficará sediado em Alcongosta, em terrenos pertencentes à junta de
freguesia. Paulo Fernandes, presidente da câmara do Fundão, explica o objectivo
destes campos “vão testar novas variedades, vão melhorar as variedades
existentes, vão proteger as variedades autóctones, inserem-se também muito
naquilo que vai ser a montante o apoio do centro de biotecnologia de plantas da
Beira Interior que vai ter um trabalho importante na melhoria das nossas
variedades, e com isso estão reunidas as condições para podermos avançar com
essas candidaturas”.
Alcongosta, para além da cereja,
terá também um campo de experimentação do medronho “está previsto também
trabalharmos o medronho do ponto de vista da biotecnologia, e também uma
cooperação com as aldeias do xisto, uma vez que o pinhal interior é uma das
zonas mais importantes na produção do medronho, podermos criar uma marca que
possa valorizar o produto no seu conjunto que é o medronho aldeias do xisto”.
Notícias RCB/ Paula Brito e Paulo Pinheiro
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