Pedaços de Alcongosta

Instantâneos da Terra da Cereja


Segundo o Correio da Manhã, a empresa JMF, do Fundão, contrata operários da construção civil para trabalhar em França, com a promessa de um salário de 1500 euros, e quando chegam lá percebem que é uma burla. Nada do que está combinado é cumprido.


Fundão: empresa promete salário mensal de 1500 euros

Queixas de burla para emprego

Trabalhadores recrutados para construir hotéis em França dizem que foram explorados.
Um grupo de trabalhadores contratados por uma empresa do Fundão para a construção civil, em França, acusa a firma de burla e exploração de mão de obra. A empresa prometia um salário de 1500 euros, alojamento e transporte. "Quando chegamos lá é que nos apercebemos como as coisas são", conta João Neves, 53 anos, de Pedrógão Grande, que esteve sete meses em França. Diz que "nunca recebeu o acordado" e chegou a estar "dois meses sem ordenado". Voltou a Portugal e apresentou queixa por burla na GNR e PJ.
A delegação da Covilhã da Autoridade para as Condições do Trabalho já recebeu denúncias contra a empresa JMF, que presta serviço a uma construtora francesa de hotéis do grupo Campanile. "Aquilo é quase escravatura", diz Vítor Pereira, 56 anos, das Caldas da Rainha, que fez queixa ao Tribunal de Trabalho. O gerente da JMF, Joaquim Fortunato, admite atraso nos salários e disse que "a ACT mandou pôr as coisas em ordem".
 

6 comentários:

tsícore disse...

Estou de acordo com a notícia ,encontro me na mesma situação com a respectiva firma onde trabalhei em França e estou a aguardar que sejam liquidados os meus honorários.

tsícore disse...

E eu também ,

Anónimo disse...

Mais um aves









Mais uma vez a jmf burlou os seus empregados em franca .
CUIDADO amigos POrtugueses que venham para esta empresa.
Nao e de confiança.

Anónimo disse...

Paguem a todos .a mim e a todos. Tenha vergonha sr. Joaquim..

Anónimo disse...

OK.

Gardunha disse...

De acordo com informações enviadas para o email do Pedaços de Alcongosta pela empresa, comprovadas com a respectiva documentação, o Ministério Público arquivou as queixas apresentadas por três trabalhadores, por entender que não houve burla, apenas pagamentos em atraso.

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